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De olho na TV

A torcida e o Globo Esporte

Por Reinaldo Rosa | 01/05/2013 07:15

ECONOMÊS SPORT TV – Em datas pontuais do calendário comercial repórteres –da imprensa escrita, falada e televisada- fecham a matéria como solene previsão de “crescimento de aumento de X por cento em relação ao período anterior”. Fontes sempre evitam falar em valores previstos no tal ‘crescimento’.

EQUAÇÃO - Repórter do Globo Esporte local afirmou –com todas as letras- que “a presença das torcidas dos times de futebol do estado cresceu 15% em relação ao campeonato do ano passado”. Considerando-se que a atual média de freqüência é de 500 torcedores por jogo, qual era o número de torcedores nos estádios no ano passado?

JOGO É JOGADO – Praticantes de futebol –profissional ou amador- sabem que, por si só, todos os jogos são empolgantes. E as disputas do campeonato do estado não fogem à regra; são jogos de alto nível e empolgantes. No campo, o futebol é um sucesso. Idem no que diz respeito à cobertura feita pela televisão, rádios, jornais, sites, etc. Desconhecida é a razão do torcedor não ir aos estádios.

SELETIVA – A visita da presidente Dilma Rousseff ao Mato Grosso do Sul, dia 29, não existiu para os editores dos jornalísticos de rádios e redes de TVs nacionais. Nem uma linha sobre o assunto; até gafes presidenciais foram ignoradas fora do estado.

ANALÍTICO – Sobre comentário de que mistura de música (sertaneja-pagode-funk) com noticioso radiofônico não tem nada a ver, diretor da FM Blink foi sintético; “questão de opinião”.

FALA POVO – Sobre a propriedade de três retransmissoras (dentre cinco existentes) praticadas pelo senhor Romildo R. Soares no MS: “num Estado com apenas dois milhões e meio de habitantes, ser dono de tudo isso representa mais de 70 por cento. Um absurdo”. A. Jorge.

CAIXA FORTE – No UCDB Notícias, Joel Silva ‘levantou a bola’ sobre altas cifras destinadas à Federação de Futebol do MS. Ouvintes esperam detalhes com grande expectativa. Há quem diga que atuais presidentes de federações estaduais, em recente encontro em São Paulo, foram agraciados com mimos e pagamento de R$ 50 mil. Tudo em busca ‘da harmonia no país do futebol’. Palavras de Romário, o baixinho.

DIRETO DA FRONTEIRA – Emissoras de rádio do Bolsão (principalmente em Três Lagoas) veiculam spots de empresas de cidades paulistas. A concorrência desleal verificada na oferta do litro de diesel faz com que postos e municípios do MS fechem as portas; ou deixem de vender o citado combustível. Efeito da atual comunicação em tempo real e instantânea.

VALE TUDO – A aprovação -ou não- das regras que tentam dificultar a criação de novas siglas partidárias –e conseqüente acesso ao horário de televisão- não mudará em nada para mortais telespectadores. O tempo será o mesmo assim como as pífias produções, bajulações e promessas vãs-.

PAÍS DE FERIADOS – Sangue Bom estreou em dia errado; a dois dias do feriado do Dia do Trabalho a atração registrou baixos índices (como diriam alguns) ‘em relação a estreias anteriores no mesmo horário’.

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