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De olho na TV

As festas do que se vê nas telas e telinhas

Por Reinaldo Rosa | 22/02/2013 08:53

FALTA ALGUÉM - O vereador Paulo Siufi classificou como o mais relevante de seus projetos o que proíbe a sintonia de músicas, pelo celular, sem uso de fones de ouvido, nos ônibus urbanos da capital. “Livrei a população de ouvir muita coisa que não presta”, gaba-se. A iniciativa não incluiu motoristas do próprio transporte urbano que sintonizam as piores programações de rádios locais.

BUZÃO – A anunciada entrevista com o representante do consórcio Guaicurus, na semana que vem, deverá congestionar as linhas do UCDB Notícias. Preço das passagens; excesso de lotação nos horários de pico; gratuidades e a propalada (completa) chegada dos novos veículos deverão fazer parte da pauta do informativo radiofônico comandado por Joel Silva.

PROCURA-SE – Publicitários da região centro-oeste são convidados a apresentar produções capazes de concorrer ao Prêmio Morena de Criação Publicitária. A promoção da emissora dos Zahran deverá receber poucos trabalhos veiculados em Campo Grande, especificamente. A grosso modo, telespectadoras e telespectadores daqui não assistiram a peças de destaque.

NA MOITA – Um comercial de TV criado para uma indústria do Estado, muito bem feito, onde aparece um monte de pessoas felizes e contentes em ambientes de trabalho, chama a atenção pela falta de modelos negros. Respectivo Movimento da moçada parece concordar com o fato.

NOTÍCIA VELHA – Estaria ressurgindo, na Capital, cópia infiel do modorrento “Pedro Placa”?

VOLTA POR CIMA – Site Terra veiculou informação sobre matéria da revista Forbes que coloca, pela primeira vez, Silvio Santos no topo dos mais endinheirados do mundo. Depois de vender a sucata do Banco Pan Americano ao governo brasileiro e livrar-se do Baú de infelicidade suas empresas registraram saldo bancário positivo de quase R$ 1,5 bilhão de dólares.

NA MESMA – Era de se esperar que, com tanto dinheiro, a programação do SBT tivesse alguma melhora. Fiel às origens, o ex-camelô da rua larga do Rio de Janeiro, continua apostando no popularesco para manter-se encostado na rede Globo, em audiência.

GREEN CARPET – Domingo é dia de, à noite, ficar grudado na telinha –e telonas de HDTV- para acompanhar a festa do Oscar. O baile de prêmios do filme Lincoln, vestidos da cafonalia e falas desencontradas de laureados e laureadas que só gritam desacerbados agradecimentos improvisados.

LESMA LERDA – Caso a programação permita, o Domingo Maior, da TV Morena, mostrará filme que contrapõe a tudo aquilo que o júri do Oscar analisa. Pode ir pra cama o cinéfilo televisivo; a película a ser exibida não teve –e nunca teria- indicação para a citada solenidade

CONHECIMENTOS GERAIS – A novela Lado a Lado chega ao final sem que o público tenha lhe conferido a audiência que merecia. Consequências da libertação de escravos; formas de governo; a capoeira; preconceitos e conquistas femininas parecem que foram ‘encobertos’ pelas roupas de época. As aparências enganaram aqueles e aquelas que classificam tramas pela embalagem. Perdeu playboy.

É NÓIS – Graças à irresponsabilidade e insanidade de uns poucos, -e sem precisar disso- o rádio ganhará mais audiência nos jogos do Timão. Sem poder comparecer aos estádios restará ao torcedor apelar para o inesquecível companheiro.