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De olho na TV

Carnaval e a projeção por inanição

Por Reinaldo Rosa | 29/01/2020 09:31

ALALAÔ – Carnaval fora de hora tomou conta de emissoras de rádio em Corumbá. O sucesso de público –e renda no comércio- na cidade da fronteira poderia se repetir em Campo Grande caso emissoras locais dessem mais atenção a este segmento na programação. Simples assim.

VIGILANTES DO PESO - Nichos de liberais acionam trombetas contra iniciativa da administração municipal investir verbas para escolas de samba no desfile deste ano. Com cancelamento da festa na Avenida Interlagos –por danos causados pela chuva- era o mínimo que se esperava.

PAUTA ESTRANHA – Por aqui, sem iniciativa a comunicação falada (principalmente) e televisada não abrem espaço -por menor que seja- para as festas de Momo. Investimento do setor pela prefeitura de São Paulo ‘roubaram’ público e turistas do Rio de Janeiro. Exemplo a seguir.

SALVE-SE QUE PUDER – Anunciada nova programação da Record não tira o SBT da segunda colocação no ibope. Diretoria paulistana olha para a concorrentes sem se preocupar com reflexos emitidos às suas retransmissoras regionais.

PERIFERIA – Perrengue entre rede Globo e Flamengo afeta aos fãns de futebol pela televisão. Negativa da proposta da emissora pelo clube suspendeu transmissão ao vivo dos jogos estaduais. E dá-lhe de ‘cinema especial’.

DIM DIM – Oferta de 18 milhões de reais para os chamados ‘clubes grandes’ não agradou ao atual campeão nacional que pediu 80 milhões. Até as transmissões das finais dos estados poderão ficarão fora do ar. Com Uol.

RÁDIO TV – Sem o Mengo na Globo torcedores migraram para o canal do cube na internet. Assistem ao jogo da equipe direto no estádio. Com imagens do locutor. Do jogo, necas de pitibiriba. Torcedor brasileiro e, antes de tudo, um bravo.

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