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De olho na TV

Emissoras sem credo político ou religioso

Por Reinaldo Rosa | 09/01/2019 17:49

REGRAS DO JOGO - “Sem credo político ou religioso...” é condição imposta em concessão pública, como emissoras de rádios e TVs. Observação importante a ser vista –e respeitada- por dirigentes de repetidora de TV, em Campo Grande.

CRUZ CREDO - Utilizar a programação de uma rede de TV nacional incluem bônus e ônus inseridos na atividade da emissora-matriz. Simples assim. Censurar filmes durante sua exibição não é prerrogativa entregue a quem toma decisões baseadas em opiniões pessoais e/ou da seita da qual participa. O estado é laico; em comunicação isso se amplia.

DEIXA COMIGO – Horários estabelecidos para programas de rádio ou televisão sempre, se necessário, sofrem momentâneas alterações. É desrespeitosa –para não dizer ridícula- a ação da direção da TV Interativa em cortar, sem a menor cerimônia, a principal matéria da Band/SP, no início da noite aos sábados, para colocar no ar produção independente local. Irritante.

HORÁRIO ESTENDIDO – O fuso horário em relação a Brasília faz com que a parte do noticiário destinado a Campo Grande, pela Globo FM, torne-se incomodo para seus realizadores. Com início às cinco horas, o ‘Café das Seis’, aos poucos, vai se firmando junto aos ouvidos dos loucos por notícias locais.

UM NA BAGAGEM – Com o futebol na boca do túnel o esporte ganha fresta na programação da Capital FM. Elson Pinheiro é a novidade do ‘Capital Meio Dia’, com Joel Silva, que volta ao ar dia 21 próximo.

VC NA COLUNA – “O rádio de Aquidauana precisa melhorar muito, não só em qualidade sonora, mas em prestação de serviço e acabar com essa politicagem rasteira. Precisa aproximar o povo da rádio, dar espaço para o cidadão se manifestar. Tem emissora que tem medo de abrir os microfones para o povo. Rádio não tem que ter bandeira política. É um serviço público. Os donos de rádio daqui precisam ouvir mais emissoras do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, para aprenderem mais um pouco como é que se faz rádio”. Luiz Roberto Aves

POLÍCIA - Fausto Silva emitiu fala –generalizada- sobre os donos do poder de plantão e veio uma enxurrada de comentários que o desclassificam. Referindo-se a governo Temer (gravação é de novembro/2018) não se pode negar que, pelo jeito, repetições veem por aí.

BYE BYE – 35 anos no ar não foram suficientes para segurar o ‘Vídeo Show’ na telinha da Globo. Desgastado pelo tempo –e suas iniciativas- a atração não conseguiu seguir caminho das pedras sem a mão de Boninho. Simples assim.

IMPÉRIO DO SATANÁS – Primeiro foi o Chico Pinheiro –defenestrado dos plantões do ‘JN’-. Depois Alexandre Garcia. Agora, Faustão foi obrigado a se redimir pelo mal entendido provocado com a gravação de novembro. Aviso presidencial sobre olhar especial “na rede Globo e Folha de São Paulo” faz a emissora rever suas alças de miras comportamentais.