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De olho na TV

Entre lobbies e maniqueísmos segue a vida

Por Reinaldo Rosa | 02/10/2013 09:18

DIREITO DE TODOS - Maureen Metiello, no MSTV 1ª Edição, (TV Morena), caprichou no empolgante improviso escrito. Soltou um sonoro "o prefeito de Ponta Porã concedeu entrevista coletiva para toda imprensa". Ainda bem que a coletiva contemplou a todos.

RAZÕES QUE A PRÓPRIA DESCONHECE - É inerente ao ser humano respeitar o espaço - propósitos e objetivos - de outrem. Certamente isso justifique o fato de Elson Pinheiro, da Rádio Difusora (e FM Capital), optar pelo desempenho de sua atividade na locução esportiva em Mato Grosso do Sul. Se desejasse seria contratado por qualquer das mais importantes emissoras de rádio do país.

OUTRO LADO - "Meu caro. Obrigado pela colher de chá geral ao Tribuna Livre e à Via Morena. Apenas uma pequena observação: o programa Tribuna Livre é transmitido ao vivo (grifado) pela Via Morena. Um forte abraço". (SÉRGIO CRUZ)

A QUEM INTERESSAR POSSA - Após comoção causada frente a assíduos ouvintes (e felicidade de quem torce contra), Joel Silva informou sobre a ausência do UCDB Notícias, nesta semana. "Por hora posso apenas dizer que o programa volta reformulado na próxima segunda-feira. Já tem até vinheta da chamada rolando".

FALA POVO - "Será que a equipe do Festas e Eventos foi cobrir hoje(segunda-feira) o jogo (Guaicurus X Campo Grande) da Série B do Estadual? Hein Cezário? Dê credibilidade há quem sempre acompanha de perto o futebol do nosso estado". (JACSON BLANCK)

FALA POVO II - Além fronteiras. "Parabéns MS, moro em Rio Preto, São Paulo. Fui jornalista esportivo por 27 anos, hoje aposentado. Viajando pela net no domingo passado, procurei uma rádio dai de Campo Grande, que estivesse transmitindo o jogo do meu Corinthians, e achei a Rádio Difusora, e me surpreendi com o que ouvi. Um estado com futebol, insignificante -me desculpe-, mas com um narrador esportivo de alto nível... ele me ensinou que não é preciso ter um produto de ponta para ser um profissional de ponta. Ouvi uma grande narração, uma bela voz, ritmo acelerado e claro, difícil hoje nos narradores; os que narram rápido a gente não entende. Parabéns, ao rádio esportivo de Campo Grande, pelo nível dos profissionais que ouvi. Vocês merecem um futebol melhor". (ADRIANO MILHOMEM DIAS)

FALA POVO III - "Pela primeira vez entro na discussão desta coluna, que acompanho toda a semana. Nem sei se semanal, mas tudo bem. Quando fala da imprensa esportiva não poderia ficar de fora. Fico abismado de ver opiniões repudiando A ou B pelo fracasso do nosso futebol. Isso é porque, eu acredito que a grande maioria nunca assistiu um jogo entre Flamengo e Duque de Caixas; Volta Redonda e Olaria; Audax e Madureira; e vai por ai. Escrevo isso, indo ao estádio, não acompanhando por rádio ou TV, onde é possível dar uma "melhorada" na qualidade do jogo. O nível deste futebol se não for pior que o nosso, está no mesmo nível. A única diferença é que lá no Rio, só pra pegar como
exemplo, existe por trás uma grande cobertura de marketing das emissoras de comunicação interessadas em que haja a "venda do produto" (no caso o futebol) para que o torcedor compareça aos estádios e com isso os pacotes dos patrocinadores sejam mais gordos". (CLÁUDIO SEVERO)

CRUZ E ESPADA - Por sua natureza fora do cardápio das ciências exatas, o futebol é um dos mais empolgantes ramos do esporte. O espetáculo -em campo- depende momentaneamente do desempenho de jogadores e táticas colocadas em prática pelos técnicos; pode ser bom ou não; aí está sua magia. Em qualquer parte do mundo. Quando entra em campo o 'jogo' das 'ciências humanas' (na direção de entidades) é que ele pode ter classificação pífia. Reconheça-se o esforço de jogadores e a heroica crônica esportiva local que o mantém empolgante.

LETRAS MORTAS - Ninguém muda ninguém. Poucos alunos aderiram à alimentação saudável. Caiu a Lei da Cantina Saudável -com grande atuação do loby industrial- e tudo voltou ao anormal. Simples assim.