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De olho na TV

Onde foram parar as pesquisas de audiência?

Por Reinaldo Rosa | 15/03/2019 17:09

NÃO DEU OUTRA – Pesquisa divulgada pela CBN –e contratada por ela- não divulgou nenhuma novidade; loucos por notícias a colocaram no topo da sintonia do segmento. Independência e boa dose de diferencial informativo provocam resultados positivos.

RUY, O INÍCIO – Ao abandonar a capenga crônica esportiva de então, Ruy Pimentel apostou em nicho nunca dantes explorado pelo rádio campo-grandense. Radiojornaismo cresceu em quantidade e, alguns, têm qualidade discutível.

VOLTA HENRIQUE – Diretoria anterior o SINAPRO –Sindicato das Agências de Publicidade de MS- promovia pesquisas de audiência –de rádio e TV- para orientação de suas associadas. Tendo estratificação confiável nos institutos contratados a prática era respeitada pelos interessados do setor.

GRUPO DE WHATS – O Sinapro/MS atualmente comunica suas atividades em circuito fechado. A página na internet, ao que parece, ‘passa por manutenção’; nada tem de informações atuais.

CADÊ – Significativa quantidade de lançamentos –em circuito fechado, como sempre- não foi capaz de sensibilizar programadores de rádios sul-mato-grossenses. Recentes trabalhos de João Figar, Carlos Colman, Odon Naksato, Grupo Acaba, Maria Cláudia e Marcos Mendes e tantos outros, continuam pegando poeira nas prateleiras das emissoras.

NEM FALE – Protocolo da rede Globo de não citar nomes de empresas em sua programação segue firme. E cometendo ridículas cenas. No campeonato paulista o time do Red Bul virou “RDB”. Desavisados torcedores chegam a pensar tratar-se de dois times diferentes.

VC NA COLUNA - “Quando adolescente, no ano de 1987, vendi caixas de caneta Bic para o Raul Freixes na sua New Tape Produções. Em 1991, fui contratado por ele como locutor da FM América, em Aquidauana, onde permaneci por pouco tempo. No ano seguinte, fui oferecer a ele, então candidato a prefeito de Aquidauana, meus trabalhos de marketing político em rádio, porém, após uma manhã inteira de chá de cadeira, desisti, indo ao encontro do seu adversário José Henrique Trindade, que me contratou para sua raquítica campanha. Naquela ocasião, fui um Davi contra o Golias representado pela emissora que fazia campanha política para o proprietário 24 horas por dia, tanto que foi suspensa do ar por 48 horas por ordem da Justiça Eleitoral. No final das contas, aquele chá de cadeira, que me foi arrogantemente imposto, me proporcionou o doce gosto da vitória naquela acirrada campanha eleitoral. Analisando esses fatos conjuntamente com os posteriores, chega-se à triste conclusão de que a bela voz, o talento para comunicação com as massas, o tino empresarial e a desenvoltura política de Raul Freixes foram engolidos por uma distorcida visão da realidade que findou por levá-lo ao estado em que se encontra. Sinceramente, torço muito para que esse grande colega de profissão se reabilite e seja para todos um grande exemplo de superação”. Júlio Cotting

VC NA COLUNA II – “Estamos bem servidos de radiojornalismo! Amém CBN e Rádio Globo com destaque já que é possível ouvir jornalismo de qualidade sem as rasgação de seda costumeira de outros programas. Os bons ouvintes agradecem! Liziane Berrocal

FURO – Na edição anterior citei ‘Vila Rica’, quando o certo seria Costa Rica. Gol contra.