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18/06/2018 10:37

A má saúde leva perigo às mulheres

Mário Sérgio Lorenzetto
A má saúde leva perigo às mulheres

Uma recente pesquisa está causando perplexidade aos cientistas do mundo. A má saúde leva perigo às mulheres, mesmo para aquelas que têm bons hábitos. Esse fenômeno preocupante foi constatado na "Encuesta de Salud de Cataluña" (ESCA). Pela primeira vez, essa pesquisa separou homens de mulheres e percebeu uma realidade pouco visível para o sistema de saúde espanhol.

Elas fumam menos, comem melhor e têm menor consumo de bebidas alcoólicas que os homens. Todavia, apesar de registrar hábitos de vida mais saudáveis, as mulheres manifestam uma pior percepção de sua saúde. À medida que avança a idade, a prevalência de problemas crônicos de saúde ou incapacidades dispara entre as mulheres.

O Departamento de Saúde desconhece os motivos desse fenômeno. Os dados da ESCA revelam que elas fumam menos –18% frente a 30% dos homens– apenas 1,5% delas têm um consumo arriscado de álcool e 6 em cada 10 seguem a dieta mediterrânea. Porém, apesar de seus bons hábitos, elas declaram pior estado de saúde e qualidade de vida: 44% das mulheres entre 65 e 74 anos rechaçam ter boa saúde, enquanto que, nos homens, os que afirmam não ter boa saúde são 38%.

A análise dos dados também mostrou que à medida que avança a idade, alarga um pouco a diferença entre homens e mulheres com má saúde. Entre 15 e 44 anos, 22% das mulheres afirmam não ter boa saúde. Entre os homens, dessa faixa etária, quase 17% diz não estar bem de saúde. São 5% de diferença entre homens e mulheres jovens e 6% entre os mais idosos.

A má saúde leva perigo às mulheres
A má saúde leva perigo às mulheres

Tititi do Titi: a maldição do 7x1 está nos bares da Rússia

Uma dor crônica. Só há dois remédios: devolver a goleada ou o tempo do esquecimento. Nas casas de apostas, programas de computadores, comentaristas e todos os que vivem do futebol, não há dúvida: a seleção brasileira é uma das quatro favoritas. Mas, nos bares, só há sofrimento para os torcedores brasileiros. Não há argumento que resista: pentacampeão, única seleção a participar de todos os Mundiais... todos caem por terra quando um torcedor, de qualquer país, recorda-se do famigerado placar.

A torcida começa nos bares. Vai para os estádios. Influencia, ainda que minimamente, o ânimo de um time de futebol. Mas uma partida de futebol sempre começa em um bar. E nele, continuamos perdendo. Até os italianos, cuja seleção foi eliminada, perturba os torcedores brasileiros.

O único consolo é que, se deixamos de ser admirados, não somos odiados. Os franceses são os donos da taça da raiva de todas as demais torcidas. Ninguém tolera a torcida francesa.

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À partir de 2019, os carros trarão câmeras no lugar de retrovisores

O Audi e-tron será o primeiro carro a levar câmeras em lugar de retrovisores. Essa é uma transformação que vem sendo estudada por muitas marcas, mas a Audi conseguiu pular à frente. Essa não é uma nova ideia. Há uma grande variedade de protótipos com essa mudança. Mas as marcas pararam nos protótipos.

Para começar, por ser menores, as câmeras reduzirão em 15 cm a largura dos veículos. Suas dimensões reduzidas também ajudam a otimizar o fluxo aerodinâmico, reduzindo a resistência ao ar, bem como o barulho que produzido pelo choque dos retrovisores com os ventos. Também trará vantagem na tecnologia oferecendo três modos funcionamento: condução normal, estacionamento e giro.

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