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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

10/12/2010 11:56

Com a operação de 3 linhões, MS entra no Sistema Nacional de Energia em 2013

Carlos Martins

Com os três linhões a potência será equalizada em uma rede de 230 KW

Os investimentos no setor energético em Mato Grosso do Sul permitirão que a partir de 2013 o estado seja inserido no Sistema Nacional de Energia com a operação de três linhões de distribuição de energia até o final de 2012. Isso permitirá a equalização da potência no estado em uma rede de 230 KW. Com isso, o valor do preço da energia pode cair de 2% a 3%, beneficiando diretamente o consumidor.

“Os estados que passam a integrar o sistema têm um subsidio da Eletrobrás. Além de termos linha para trazer e levar energia teremos também uma queda no preço da energia elétrica”, afirmou o governador André Puccinelli, que participou na manhã desta sexta-feira na Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul) do ciclo de palestras da Enersul “Perspectivas para a Economia e a Energia nos Próximos Anos: Mundo, Brasil e Mato Grosso do Sul”.

Evento hoje na Fiems discutiu geração de energia em MS. (João Garrigó)Evento hoje na Fiems discutiu geração de energia em MS. (João Garrigó)

Ao fazer um retrospecto das ações do governo, para dotar o estado de infraestrutura para se desenvolver economicamente, Puccinelli lembrou que em 2007, ao assumir o governo, ele elaborou projetos estratégicos de desenvolvimento que fossem estruturantes para Mato Grosso do Sul. A partir de discussões com setores da economia, entre os quais a Fiems, foram definidos nove projetos prioritários.

Três destes projetos elencados estão em execução: a Rodovia Sul Fronteira, cuja primeira fase está em execução, de Sanga Puitã, passando por Aral Moreira até Coronel Sapucaia; o segundo projeto refere-se à pavimentação da BR-359, obra executada pelo governo do Estado em convênio com o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), entre Coxim e Alcinópolis e de Alcinópolis até a divisa com Goiás.

Governador e Presidente da Fiems, Sérgio Longem.Governador e Presidente da Fiems, Sérgio Longem.

O terceiro projeto, que está em execução, é a construção de três linhões para a distribuição de energia. Duas destas linhas já estão em execução e estarão concluídas até o final do próximo ano. Estes linhões vêm de Goiás e um deles chega a Campo Grande e vai até Anastácio e o outro vai de Chapadão do Sul até Três Lagoas. Já o terceiro linhão irá de Anastácio até Corumbá. As obras desta última linha de distribuição de energia, cuja licitação já foi aberta, devem começar em março e a conclusão está prevista para o final de 2012.

O governador destacou, também, a diversificação na matriz econômica, como o setor sucroenergético, que além de produzir etanol e açúcar também cogera energia. “De importadores de energia hoje somos exportadores, graças a este setor”, afirmou André. A soma de energia do setor sucroalcooleiro, mais a produção de energia de cinco PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) que estão construção e ainda os linhões farão com que o Estado tenha autonomia e participe do Sistema Nacional de Energia.

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Marco Túlio, vc deve saber que todo o serviço de interesse público no Brasil, sem exceção, mesmo que haja diversas empresas concessionárias, forma-se um carter e o poder público
sempre faz vistas grossas. Eventualmente pune alguma empresa, é o chamado "boi de piranha", aquele paga o pato para que a boiada possa trasitar livremente, principalmente, no nosso bolso. Apesar de o Brasil ser um país com uma população predominantemente de pobres (pois, segundo o Dieese o nosso salário mínimo deveria ser em torno de R$ 2.800,00, mas para o IBGE essa renda é de classe média alta), nós temos a energia eletrica, a telefonia, tanto fixa como móvel, o ensino superior, a energia elétria, a tarifa de transporte, por aí a fora, uma das mais caras do mundo. Se nosso dirigentes não voltarem um mínimo os olhos para o povão, nenhuma forma vai melhorar para nós.
 
Dionisio Furuse em 12/12/2010 11:53:26
Ótimo, mas quando vou poder ter o livre arbitrio de comprar a energia da fornecedora que oferecer a menor tarifa. É assim que funciona nos Estados Unidos. Lá posso morar na costa leste e comprar energia na costa oeste. Como se morasse aqui em MS e comprasse energia do RS. Assim ficariamos livre do monopólio
 
Marco Tulio Costa Campo Grande em 10/12/2010 12:32:29
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