Desemprego cai a 2,7% e MS tem 3º maior percentual de carteira assinada
Estado registra a 5ª menor taxa do País; 81% dos empregados do setor privado possuem registro formal
A taxa de desocupação de Mato Grosso do Sul caiu para 2,7% no segundo trimestre de 2026, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No primeiro trimestre, o índice estava em 3,8%, redução de 1,1 ponto percentual.
RESUMO
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Mato Grosso do Sul registrou taxa de desocupação de 2,7% no segundo trimestre de 2026, queda de 1,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, segundo o IBGE. O Estado teve a quinta menor taxa do país, 81% de empregados com carteira assinada no setor privado e informalidade de 29,2%, a terceira menor do Brasil, abaixo da média nacional de 37,4%.
Com o resultado, Mato Grosso do Sul apresentou a quinta menor taxa de desocupação entre as 27 unidades da Federação. Ficou atrás somente de Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%) e Rondônia (2,6%).
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No Brasil, a taxa de desocupação caiu de 6,1% no primeiro trimestre para 5,4% no segundo. A redução ocorreu em 13 unidades da Federação, enquanto as demais permaneceram estáveis.
Além da baixa desocupação, Mato Grosso do Sul obteve o terceiro maior percentual de empregados com carteira assinada no setor privado. No Estado, 81% desses trabalhadores tinham registro formal no segundo trimestre.
O percentual ficou atrás apenas dos registrados por Santa Catarina, com 86,7%, e São Paulo, com 82%. A média brasileira foi de 74,4%.
Informalidade é a terceira menor do País
Mato Grosso do Sul também apresentou a terceira menor taxa de informalidade do Brasil. O indicador estadual ficou em 29,2% da população ocupada, abaixo da média nacional de 37,4%.
Somente Santa Catarina, com 25,4%, e Distrito Federal, com 28,7%, registraram percentuais menores. As maiores taxas de informalidade foram observadas no Maranhão (56,9%), Pará (55,9%) e Amazonas (51,7%).
Para calcular a taxa, o IBGE considera os empregados do setor privado e trabalhadores domésticos sem carteira assinada, empregadores e trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ, além dos trabalhadores familiares auxiliares.
Resultado nacional
A taxa de desocupação brasileira de 5,4% no segundo trimestre ficou 0,7 ponto percentual abaixo da registrada nos três primeiros meses do ano. Na comparação com o segundo trimestre de 2025, quando estava em 5,8%, houve redução de 0,4 ponto percentual.
As maiores taxas de desocupação foram registradas no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco e Piauí, ambos com 8,3%, e Sergipe (7,9%).


