Empresário do comércio paga salário médio mensal de R$ 2,9 mil por trabalhador
Montante representa desembolso de 1,8 salários mínimos
As empresas do comércio de Mato Grosso do Sul pagaram, em média, R$ 2,9 mil de salários por trabalhador ao mês, no ano de 2024. O montante equivale a 1,8 salários mínimos, colocando o estado entre as sete Unidades da Federação com os maiores salários médios do setor.
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Os dados fazem parte da PAC (Pesquisa Anual de Comércio), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Entre os segmentos, o comércio por atacado registrou a maior remuneração média mensal, sendo de 2,7 salários mínimos.
Em seguida, estão o comércio de veículos automotores e motocicletas (2,0 salários mínimos) e o comércio varejista (1,6 salários mínimos).
As empresas de comércio em Mato Grosso do Sul pagaram cerca de R$ 5 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações. O setor de comércio varejista teve a maior participação (61,1%), seguido pelo comércio por atacado, com participação de 25,0%, e pelo comércio de veículos automotores e motocicletas (13,8%).
No Brasil, o valor pago em salários foi de R$ 369,2 bilhões. No comparativo entre os estados, Mato Grosso do Sul ocupa o 15º lugar, com participação de 1,34%.
São Paulo (35,9%), Minas Gerais (9,06%) e Paraná (7,8%) ocupam as três primeiras posições. Acre ocupa o último lugar no ranking, com participação de 0,18%.
Faturamento e receita - O número de lojas com receita de revenda em Mato Grosso do Sul em 2024 foi de 24.130. Com isso, o estado ocupa a 16ª posição entre as Unidades da Federação.
Naquele ano, as empresas comerciais de Mato Grosso do Sul empregaram 148.272 pessoas. Deste total, 70,31% atuavam no comércio varejista, 17,21% no comércio por atacado e 12,47% no comércio de veículos automotores e motocicletas.
A atividade comercial em Mato Grosso do Sul gerou R$ 149,0 bilhões de receita operacional bruta. Do montante total, R$ 76,8 bilhões (51,6%) eram do comércio por atacado, R$ 59,8 bilhões (40,1%) do comércio varejista e R$ 12,3 bilhões (8,3%) do comércio de veículos automotores e motocicletas.
A margem da comercialização, diferença entre a receita líquida de revenda e o custo de mercadorias vendidas, chegou a R$ 23,7 bilhões.
MS passou de 15,3% na receita bruta do Centro-Oeste em 2014 para 16,0% em 2024.
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