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Campo Grande, Terça-feira, 25 de Setembro de 2018

14/08/2018 10:50

FCO ainda tem R$ 1 bilhão para financiar projetos em MS este ano

Fundo liberou um total de R$ 2,3 bilhões e Semagro espera que restante seja contratado até 30 de outubro

Danielle Valentim e Leonardo Rocha
Secretário Jaime Verruck viabiliza junto a União aceleração do processo e retorno da liberação para o setor empresarial. (Foto: Marina Pacheco)Secretário Jaime Verruck viabiliza junto a União aceleração do processo e retorno da liberação para o setor empresarial. (Foto: Marina Pacheco)

Produtores rurais e empresários ainda têm disponíveis para contratação de crédito pelo FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) o valor de R$ 1 bilhão para este ano. Nesta terça-feira (14), evento no Sindicato Rural orientou público sobre como ter acesso ao empréstimo.

Segundo o titular da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Jaime Verruck, o encontro orientou participantes sobre a linha de credito para produtor rural, pelo Banco do Brasil.

Vale ressaltar que o total de R$ 2,3 bilhões liberados pelo FCO ficam disponíveis tanto para o rural quanto para o empresarial. Até o 1º semestre, R$ 1,3 bilhão já foi contratado.

“O evento tratou, justamente, para orientar o produtor em como ter acesso a esse empréstimo. O Banco do Brasil também explicou que é preciso ter eficiência nas atividades rurais, principalmente, para reduzir os juros na hora de pagar o empréstimo. A taxa para o produtor é de 6%, um índice atrativo”, disse.

Jaime ressalta que a esperança é de que até 30 de outubro o restante seja contratado. “A partir desta data o Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste), que é quem organiza o FCO, analisa o restante de recursos nos Estados, e o valor não utilizado é disponibilizados para outros estados. Dá para a gente usar o nosso e pegar oi de estrados vizinhos”, disse.

Bloqueio - Os recursos do FCO destinados ao empresário estão parados por falta de adequação do Ministério da Fazendo e do Ministério da Integração. Dessa forma, o secretário viabiliza junto a União aceleração do processo e retorno da liberação para o setor empresarial.



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