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Economia

Governo repassa até terça R$ 202 milhões do pré-sal para Mato Grosso do Sul

Recursos podem ser investidos na educação, saúde e obras de infraestrutura

Por Agência Brasil | 20/05/2022 16:12
Sede da ANP em Brasília; agência foi responsável por leilão que rendeu bônus de R$ 11 bilhões. (Foto: Agência Brasil)
Sede da ANP em Brasília; agência foi responsável por leilão que rendeu bônus de R$ 11 bilhões. (Foto: Agência Brasil)

O governo federal, por meio do Banco do Brasil, vai repassar R$ 7,7 bilhões para todos os estados, para o Distrito Federal e 5.569 municípios do valor relativo à arrecadação dos bônus de assinatura do leilão dos excedentes para exploração de petróleo e gás natural da cessão onerosa dos campos de Sépia e Atapu, no pré-sal.

O valor será pago desta sexta-feira (20) até a próxima terça-feira (24). De acordo com informações do Ministério de Minas e Energia, Mato Grosso do Sul ficará com R$ 202 milhões do montante para investimentos na educação, saúde e obras de infraestrutura.

O leilão foi realizado pela ANP (Agência Nacional de Pétróleo) em dezembro de 2021 e rendeu bônus de assinatura total de R$ 11,1 bilhões. Segundo o ministério, os investimentos previstos são de R$ 204 bilhões.

Desde 2019, oito leilões de petróleo e gás natural garantiram investimentos de R$ 800 bilhões, com expectativa de criação de mais de 500 mil empregos.

Alta produtividade – localizado em uma área de aproximadamente 149 mil quilômetros quadrados no mar territorial entre os estados de Santa Catarina e Espírito Santo, o Polígono do Pré-Sal está entre as mais importantes descobertas de petróleo e gás natural dos últimos anos.

A distância entre a superfície do mar e os reservatórios de petróleo abaixo da camada de sal - pode chegar a 7 mil metros. As reservas são compostas por grandes acumulações de óleo leve, de excelente qualidade e com alto valor comercial.

A produtividade dos poços do pré-sal é alta. A produção diária de petróleo no pré-sal passou da média de aproximadamente 41 mil barris por dia, em 2010, para o patamar de 1,9 milhão de barris de óleo por dia em março de 2020.

Hoje, o pré-sal brasileiro é um dos três maiores produtores mundiais de petróleo

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