Leilão do TJMS tem Jeep Compass com lance inicial de R$ 30,2 mil
Modelo Limited S 2021 é o item mais caro entre os veículos localizados; outro Compass aparece por R$ 22 mil
Dois Jeep Compass estão entre os principais atrativos dos novos leilões eletrônicos de bens apreendidos publicados pelo TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). O mais caro é um Jeep Compass Limited S, diesel, ano 2020/2021, com lance inicial de R$ 30.255,00. O veículo está classificado como apto a circular, com direito à documentação, mas o edital informa débitos de R$ 12.820,86, taxa de pátio de R$ 1.592,70, além de restrição judicial e Renajud.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
O outro modelo é um Jeep Compass Longitude Flex, ano 2018/2018, também branco e apto a circular, com lance inicial de R$ 22.290,00. Nesse caso, o edital aponta débitos zerados, mas registra taxa de pátio de R$ 1.592,70 e observação de restrição de roubo e furto. O laudo, segundo a publicação, identifica chassi e motor, e a situação aparente é descrita como recuperável.
Os dois veículos aparecem no Edital nº 93/2026, conduzido pela leiloeira Regina Aude Leite de Araujo Silva. O leilão é eletrônico, com início em 18 de maio e encerramento em 29 de maio. Os bens ficam disponíveis para visitação na Avenida Laudelino Peixoto, 3333, em Iguatemi.
Além dos SUVs, o edital reúne outros veículos aptos a circular, como Ford Edge V6 2011/2011, com lance inicial de R$ 11.940,00, GM Astra Advantage 2010/2011, Fiat Palio Attractive 2013/2013, VW Novo Gol 2013/2014, Honda CG 160 Fan 2024/2024 e Fiat Siena EL Flex 2011/2011. Há também sucatas, com valores bem menores, mas sem possibilidade de voltar às ruas.
Apesar dos preços iniciais chamativos, o edital exige cautela. Os bens são vendidos no estado em que se encontram, sem garantia, e cabe ao interessado verificar conservação, débitos, restrições, documentação e eventuais custos de regularização antes de dar lance. No caso das sucatas, o próprio edital informa que veículos classificados como sucata aproveitável ou inservível não podem voltar a circular em via pública.


