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Economia

Nova regra entra em vigor e aérea vai cobrar R$ 30 para despachar malas

Por Ricardo Campos Jr. | 01/06/2017 10:00
Aeronave da Azul no Aeroporto de Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio)
Aeronave da Azul no Aeroporto de Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio)

A companhia aérea Azul é a primeira a colocar em prática a cobrança de bagagens em voos nacionais, prática permitida por uma lei que entrou em vigor no fim de abril. A partir desta quinta-feira (1º), começa a valer uma nova classe tarifária que dá direito a apenas uma mala de mão de 10 quilos e cobrará R$ 30 por volumes adicionais.

Em seu site oficial, a companhia promete passagens mais baratas para quem optar em viajar sem despachar bagagem.

Conforme o UOL, a mudança incide inicialmente em 14 trechos e deve ser ampliada para todos os destinos oferecidos pela Azul ao longo dos próximos meses. Campo Grande não está incluída nas mudanças, por enquanto.

A medida só vale para quem comprar bilhetes a partir de hoje. Quem já tinha adquirido as passagens, mesmo após o período de vigência da lei, não serão onerados, conforme informação publicada no site da companhia aérea.

Também haverá mudanças nas franquias dos voos internacionais. A empresa reduziu o limite máximo de peso para as viagens aos Estados Unidos e Europa. Os passageiros poderão levar duas malas de até 23 quilos, enquanto pelas regras antigas os clientes tinham direito a duas malas de 32 quilos.

Nos voos para destinos da América do Sul, ainda conforme o UOL, o limite de bagagens continua em apenas uma mala de 23 quilos, sem cobrança adicional. Em caso de excesso de peso será cobrado adicional que varia conforme a rota.

Enquanto a Azul foi a pioneira em implementar as mudanças em voos nacionais, elas já estão em vigor nas rotas internacionais da Latam desde o dia 18 de maio. Viagens para Estados Unidos ou Europa pela empresa têm direito de levar apenas duas malas de 23 quilos.

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