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Campo Grande, Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2020

14/02/2020 14:09

Escola Estadual Hércules Maymone vira Centro de Educação Profissional

Na Capital, em 2019, 4.322 estudantes atendidos, em 28 cursos profissionalizantes distribuídos em 11 instituições de ensino

Anahi Zurutuza
Escola Estadual Hércules Maymone (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)Escola Estadual Hércules Maymone (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

A Escola Estadual Hércules Maymone, uma das maiores de Campo Grande, se tornou Centro Estadual de Educação Profissional e atenderá alunos com o Ensino Médio integrado ao técnico. No colégio, já são oferecidos três cursos profissionalizantes – técnico em administração, em meio ambiente e em programação de jogos digitais.

Segundo a secretária de Estado de Educação, Maria Cecília Amendola da Mota, formalizar a transformação é importante para garantir a continuidade do projeto. “A ideia é transformar a escola num centro de excelência, com educação profissional para o Ensino Médio, EJA (Educação de Jovens e Adultos) e AJA (Avanço do Jovem na Aprendizagem)”.

Hélio Daher, superintendente de Políticas Educacionais, explica que a escolha do Hércules Maymone para a criação de mais um centro de educação profissional é estratégica. “E escola tem uma das melhores estruturas físicas, alas muito bem distribuídas, laboratórios. E também pela localização, fica em frente a um terminal, então pode receber estudantes de toda a cidade com mais facilidade”.

Em Campo Grande, além do Cepef (Centro de Educação Profissional Ezequiel Ferreira Lima), a Escola Estadual Waldemir Barros da Silva, nas Moreninhas, também oferece o Ensino Médio integrado ao técnico. Além das aulas de Matemática, Geografia, Português, Química, Física e de outras matérias que fazem parte do currículo, os estudantes recebem a capacitação profissional. “O integrado também usa o conceito de formação geral básica para o mercado.

Por exemplo, as aulas de Matemática podem ser voltadas para a engenharia, o Português ensinado usando o texto jurídico, os alunos recebem noções de administração”, explica Hélio.

O superintendente esclarece ainda que com a transformação da escola em centro de formação, a SED (Secretaria de Estado de Educação) terá condições de pleitear recursos extras ao MEC (Ministério da Educação).

A meta até 2022 é além de criar mais vagas nesta modalidade de ensino, ampliar a carga horária. “Teremos o Ensino Médio em tempo integral integrado”, conclui Hélio Daher.

Hoje, a rede estadual de ensino tem oito CEEPs (Centros Estaduais de Educação Profissional) distribuídos em seis municípios – as três de Campo Grande e outras cinco do interior. Em 2019, 75 escolas ofereceram 37 cursos profissionalizantes, foram ao menos 8 mil estudantes atendidos em 38 cidades.

Só na Capital, ainda segundo a SED, 4.322 estudantes atendidos, em 28 cursos distribuídos em 11 instituições de ensino.

 

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