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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

03/02/2011 11:09

Acrissul consegue colocar na pauta da Câmara mudança na Lei do Silêncio

Angela Kempfer

Projeto tenta colocar Expogrande entre festas fora da abrangência da legislação

Mobilizados para garantir os shows durante a Expogrande, produtores culturais e diretores da Acrissul conseguiram convencer os vereadores a colocar em pauta em regime de urgência projeto que altera a lei do Silêncio em Campo Grande.

A ideia é inserir 4 festas tradicionais da cidade no corpo da lei, tornando esses eventos exceções quanto as proibições estabelecidas pela legislação municipal.

O projeto do vereador Carlos Borges – Carlão (PSB) coloca o Carnaval, a Expogrande, a Festa Junina e o Reveillon popular como eventos que podem ocorrer fora da abrangência do Lei do Silêncio. A justificativa é a importância e tradição dessas festas para a Capital

De vereador, em vereador, o presidente da Acrissul, Francisco Maia, pediu na sessão desta quinta-feira as assinaturas dos vereadores para que a proposta seja votada. São necessárias 14 adesões, por se tratar de matéria de urgência, mas o número só foi atingido depois de duas horas de “corpo-a-corpo”.

No plenário, faixas mostram a indignação pela determinação judicial que proibiu shows no Parque Laucídio Coelho. Promotores, assessores de duplas sertanejas e músicos estão na Câmara.

“A expogrande é a que mais colabora com a economia, já é tradição, tem 83 anos. É como carnaval de Salvador” tem de tomar decisões até próxima segunda-feira se será apenas encontro de negócios ou preservar shows.

Alegação de quem assinou o documento por último é de que o projeto “chegou muito em cima da hora e precisam ser analisados outros aspectos”, alegava o vereador Clemêncio Ribeiro (PMDB), minutos antes de ser convencido e aderir ao pedido de urgência.

Em risco - A feira foi marcada para o mês de abril, com investimentos de R$ 2 milhões para a vinda de artistas de renome nacional e de estilos variados, o que pode ser cancelado.

Para o dia 14 de abril (quinta-feira) estava prevista a dupla Zé Henrique e Gabriel, seguido por Michel Teló (15 de abril - sexta-feira) e João Bosco e Vinícius no sábado. A Acrissul ainda programou Alex e Yvan no dia 17 de abril (domingo), Amannda (18 de abril), no dia 19 o lançamento da dupla Hugo e Raul; no dia 20 de abril Munhoz e Mariano e no dia 21 (feriado de Tiradentes) o rock da banda Restart

Os sertanejos Bruno e Marrone se apresentariam no dia 22 de abril e no sábado, o Luan Santana.

Até o valor dos ingressos já havia sido definido: R$ 20,00 com direito a meia para estudantes.



tanta coisa a se fazer em campo grande com tanto roubo , morte o transito caotico... o povo vai se preocupar com a expogrande uma cultura de campo grande que tem so uma vez no ano é tradiçao show lá se transferir pra outro lugar nao tera a exencia
 
ana paula monezzi em 04/02/2011 11:22:51
Lei do Silêncio, corretissima, mas que tem que ser analisada ao ser aplicada. Estamos vendo mais uma novelinha, porque não se tem o que fazer de importante. A Lei do silêncio aplicada a exposição é uma piada, porque sempre existiu, é tradicional, fizeram isso pouco antes da festa, e agora que segurem os prejuizos?? Quem comprou terreno naquela região, não tem que falar nada, a cidade é enorme, quem mora la é porque quer, até porque as musicas são frequentes la desde muito tempo. Tirar shows de uma exposição e decretar seu fim, quem faz dinheiro nesses eventos, são unica e exclusivamente os shows, é so fazer um teste, tira!! Não dura três anos a expogrande, e se durar vai ser uma reunião numa mesa de negocios.

Sabe, tem tanta coisa chata em Campo Grande, tantas coisas que devem ser apuradas, e fica essas novelinhas de interesse.
 
João Luís Flores em 03/02/2011 12:55:10
Que bobagem! Lei do silêncio, humpf! E esses carros de som do comércio? E os bacanas com seus carrões cheios de decibéis? E os ambulantes na praça Ary Cuervo, ops, Coelho? Ai de ti, Copacabana... (saudades de Piracicaba....)
 
Wagner Luis Weber em 03/02/2011 12:26:52
Com tantas coisas para resolver aqui em Campo Grande. O engraçado é que a população reclama, mas quando tem algum evento eles aproveitam da situação, alugam o estacionamento, vendem bebidas entre outros. Vai cuidar da saúde pública, etc. Como é engraçado que os politicos dão importância as pequenas coisas.
 
Ricardo Large em 03/02/2011 11:52:36
Sr. Carlos Alberto, desde que eu me entendo por gente Campo Grande já é capital do estado a muito tempo, eu concordo que quando ele foi construído realmente era pouco habitado, meus avós e bisavó moram perto do parque, já são de idade e desde quando começou e até hoje eles frequentam o parque e quando tem evento de estruturas como a expogrande, eles também vão prestigiar, e levam numa boa, afinal não é todo dia que isso acontece.
Tenho 17 anos e desde pequena, podem até achar que não faz muito tempo, mas eu frequento sim o lugar, adoro os eventos que lá é realizado!
Assim como o sr. e como os outros moradores que moram ao redor do parque, devem ter filhos ou netos que frequentam os eventos de lá assim como a maioria das pessoas que ai criticam já frequentaram quando eram mais jovens não é verdade?!
Pois bem, é cansativo eu sei, vocês podem achar que eu não trabalho, sou mais uma no meio dos adolescentes que estão protestando contra a proibição de eventos no Laucidio.
Pois bem eu digo a vocês que eu trabalho, me canso quando quero descansar e não consigo descansar, mais nem por isso saio reclamando, dizendo que é um absurdo suportar tamanho barulho!
Tudo é questão de bom senso, não é porque eu não frequento ou não frequento mais que eu vou querer que proíba tudo, acabar com a pouca alegria das pessoas.
Campo Grande querendo ou não é pequeno, e não tem outro lugar com tamanha estrutura como o Laucidio para sediar eventos.
Caros moradores tenham um pouco mais de compreensão.
 
Kelly Corrêa em 03/02/2011 08:23:25
Vamos ouvir o que diz a população que mora próximo do parque antes de tomar decisão por eles. Quem é campo-grandense como eu, mora aqui e gosta da cidade, sabe que quando o parque Laucídio Coelho foi criado, a cidade era pequena e ele fica em área pouco habitada. A cidade cresceu, tornou-se capital, uma cidade deliciosa de se morar mas que tem que evoluir. Assim como a cidade o parque tem que procurar o melhor local para ele. Lugar onde p barulho dos shows só incomodarão as vacas e os bois. Só acho que um erro não justifica outro. Senhores vereadores, se o lugar faz parte da história e é importante, vamos adequá-lo as normas de convivência. Que tal desapropriar o lugar, fazer um museu, parque e uma casa de shows com acústica adequada. Se um cidadão qualquer montasse uma casa de shows sem acústica adequada seria fechada, por que a ACRISSUL pode em nome de quem? Sou a favor da desapropriação e reverter o lugar para o povo. Espaço fora do centro para montar uma nova exposição é que não falta. Vamos usar o PAC para praças. O lugar é ideal.
 
Carlos Alberto em 03/02/2011 01:18:53
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