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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

24/12/2012 15:13

Apesar de problema anterior, lutador morto tinha aval médico para competir

Nícholas Vasconcelos e Viviane Oliveira
Amigos, familiares e alunos acompanharam sepultamento. (Foto: Rodrigo Pazinato)Amigos, familiares e alunos acompanharam sepultamento. (Foto: Rodrigo Pazinato)

O bicampeão mundial de muay thai, Eduardo Maiorino, 33 anos, havia sofrido uma parada cardiorrespiratória em janeiro deste ano nos Estados Unidos, mas tinha autorização médica para praticar o esporte. A informação é da sogra de Eduardo, Sônia Subtil, 58 anos.

Segundo ela, disse que no dia 10 de janeiro ele passou mal e por isso decidiu retornar ao Brasil. Sônia reclamou da falta de apoio e patrocínio. “Nem sempre o atleta tem condições de fazer acompanhamento médico”, revelou.

Ela disse que o genro estava cansado, a ponto de se entregar. “Perdi um filho, meu consolo é que perdi para Deus”, desabafou.

A cerimônia de sepultamento foi acompanhada por centenas de pessoas, entre alunos, amigos e familiares. Ontem (23) de tarde, ele estava na casa de um aluno e se preparava para ir a um campeonato em São Gabriel do Oeste, cidade distante 140 quilômetros da Capital, quando começou a passar mal.

A atendente Mariane Braga, 22 anos, era aluna de Eduardo há seis meses e conta que ele deixou um exemplo de como ser campeão. “Lutar por aquilo que acredita e jamais desistir de nada”, disse ao falar sobre o ex-professor.

Opinião sobre o campeão também era compartilhada por quem convivia com ele há mais tempo. “O amor que ele tinha com os alunos era muito bonito de se ver”, comentou Sandra Marília Ribeiro, 51 anos, mãe do aluno Hugo Pinellli, proprietário da academia onde Eduardo trabalhava.

“Correu atrás do sonho dele, mesmo contrariando algumas pessoas na família, ele fez aquilo que acreditava”, revelou o sogro Sérgio Neves, 61 anos, que veio de Cuiabá (MT) para o enterro.
Eduardo era presidente da Federação Sul-Mato-Grossense de Muay Thai.

Pedro Celestino Lopes, presidente da Federação de Muay Thai Tradicional disse que a morte do atleta repercutiu em todo país. “O Eduardo foi uma pessoa que todo mundo gostava e queria bem, gente de todo Brasil já ligou para prestar condolências”, comentou.

Fez duas lutas profissionais, sendo uma de Muay Thai, que lhe valeu o título mundial da WKBC (World Kickboxing Corporation) e uma de MMA (Mixed Martial Arts).

Maiorino voltou a Campo Grande neste ano, depois de uma temporada nos Estados Unidos. No tempo em que esteve fora, treinou os lutadores da ATT (American Top Team), uma das principais equipes de MMA do mundo e ministrou aulas nas academias Pacific Ring Sports e Ralph Gracie.

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Debaixo da benção de DEUS, esta família será confortada em nome do senhor JESUS CRISTO. leio notícias quasse todos os dias de todas as naturezas, confesso que não via notícias desse atleta, a imprensa se preocupou mais em falar mal da polícia .
 
jorge ferreira em 25/12/2012 09:16:08
Nossos pesames a todos os praticantes, por essa grande perda.




NEI SALVIANO
 
NEI SALVIANO em 24/12/2012 19:51:31
Deus de conforto a familia, esposa , filhos e os amigos mais proximos, um exemplo de atleta.Agora lutando ao lado de Deus.
 
Peterson Leandro Rodrigues Silva em 24/12/2012 18:30:55
Maiorino pra mim foi um exemplo, de dedicação, de amor ao próximo, e principalmente de respeito, esta qualidade sim que gostaria de destacar, tive o privilégio de ser seu aluno e poder usufruir de sua amizade. Tenho 43 anos, sou cardiopata, tive um enfarto agudo do miocárdio, tenho um stend e 3 pontes, e só consegui ter uma melhora física atraves de seu incentivo, acredito que o ocorrido com ele nos USA não o tenha prejudicado pois meus exames depois da pratica do esporte melhorou muito. Que Deus o encaminhe e repouse em bom lugar.Saudades
 
Jefferson Rotta em 24/12/2012 17:26:00
Meus sentimentos aos pais do atleta Eduardo Maiorino, esposa e filhos, como também,
aos filhos do primeiro casamento que não conseguiram chegar ao Brasil para dar o Adeus ao seu pai. Que Deus console essas crianças que ficaram órfãos pela perda do pai.

 
Nanci Aparecida Vieira em 24/12/2012 16:28:18
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