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Campo Grande, Domingo, 22 de Julho de 2018

09/03/2017 15:58

Arturzinho, maior ídolo da história do Operário, será atração no Elias Gadia

Paulo Nonato de Souza
Arturzinho, com a camisa do Operário diante do Internacional, era craque que aterrorizava os zagueiros e também ajudava na marcação (Foto: Arquivo/Divulgação)Arturzinho, com a camisa do Operário diante do Internacional, era craque que aterrorizava os zagueiros e também ajudava na marcação (Foto: Arquivo/Divulgação)

“Ei, ei, ei, Arturzinho é nosso rei”. Quem da década de 1980, que frequentava o Estádio Morenão, em Campo Grande, não se lembra do coro da torcida do Operário toda vez que o carioca Artur dos Santos Lima, o Arturzinho, tocava na bola ou fazia uma de suas jogadas geniais.

Nesta quinta-feira, 09, o promotor de eventos esportivos, Fernando Rezende, anunciou a participação do ex-meia atacante do Operário na década de 1980, Arturzinho, no jogo beneficente entre Amigos do Rezende x Seleção Master dos Amigos do Gerson Claro, dia 28 deste mês, às 20 horas, no Estádio Elias Gadia, no bairro Taveirópolis.

Segundo o organizador do evento, a entrada será franca. “Basta o torcedor levar 1 kg de alimento não perecível. O Gadia vai lotar. Estou até emocionando porque estamos trazendo o maior ídolo da história do futebol sul-mato-grossense”, disse Fernando Rezende.

Sem dúvida, em tempos de aposta na revitalização do futebol em Mato Grosso do Sul, nada pode ser tão significativo do que reverenciar o maior craque da história do clube que mais simboliza todo um período de glórias do futebol sul-mato-grossense, e Arturzinho, que voltou a morar no Rio ao encerrar a carreira no Fluminense em 1997, dispensa apresentações para as gerações de torcedores que tiveram o privilégio de vê-lo jogar na década de 1980 com a camisa do alvi-negro campo-grandense.

O craque fez história no Operário Futebol Clube nos anos de 1980 (Foto: Arquivo)O craque fez história no Operário Futebol Clube nos anos de 1980 (Foto: Arquivo)

O “Rei Artur”, como era chamado, saiu do Fluminense para brilhar com a camisa 8 do Operário de Campo Grande. Habilidoso, exímio cobrador de faltas, rápido e driblador, não demorou muito para cair nas graças da torcida.

Era um terror nas cobranças de escanteios, tanto pelo lado direito como pelo lado esquerdo, marcando vários gols olímpicos. Mesmo sendo destro, batia na bola com a mesma eficiência, não importava o lado do campo. Com seus 1m62 de altura, fez tanto sucesso no Operário que acabou contratado pelo Corinthians, de onde chegou a ser convocado como camisa 10 da Seleção Brasileira.

Logo que encerrou a carreira de jogador, Arturzinho assumiu o desafio de ser treinador de futebol. Iniciou a nova carreira pelo Vitória da Bahia, em 1997, e atualmente, aos 61 anos, ele trabalha no Bangu, equipe que disputa do Campeonato Carioca.



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