Inglaterra vence Congo de virada e com atuação decisiva de Harry Kane
Os ingleses reagiram no segundo tempo, depois do Congo abrir o placar
Em uma partida intensa e marcada por chances dos dois lados, a Inglaterra venceu a República Democrática do Congo em um duelo que teve reviravolta no placar, pressão constante e forte presença física no meio-campo.
RESUMO
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Inglaterra vence o Congo com dois gols de Harry Kane após virada no segundo tempo. O Congo abriu o placar aos 6 minutos com Cipenga e ainda acertou a trave com Wissa antes do intervalo. Na segunda etapa, com as entradas de Saka e Gordon, os ingleses cresceram no jogo, empataram e viraram com Kane, que foi o destaque da partida. O time africano tentou reagir, mas não conseguiu furar a defesa inglesa.
O jogo começou em ritmo acelerado e logo aos 6 minutos o Congo surpreendeu ao abrir o placar com Cipenga, aproveitando um momento de desatenção da defesa inglesa. A equipe africana ainda levou perigo em outras chegadas, incluindo uma bola na trave de Wissa, aos 41 minutos do primeiro tempo, que quase ampliou a vantagem.
A Inglaterra, por sua vez, respondeu com volume ofensivo. Harry Kane, Jude Bellingham e Marcus Rashford protagonizaram as principais finalizações da equipe, mas pararam em defesas importantes do goleiro adversário e em oportunidades desperdiçadas. Mesmo com maior posse e presença no campo de ataque, os ingleses foram para o intervalo em desvantagem.
No segundo tempo, o cenário mudou rapidamente. Com substituições importantes, incluindo as entradas de Bukayo Saka e Anthony Gordon. A Inglaterra aumentou a pressão sobre a defesa congolense. O empate veio com Harry Kane, que aproveitou uma das boas jogadas ofensivas para deixar tudo igual.
A virada não demorou. Em ritmo crescente, a seleção inglesa manteve o domínio territorial e voltou a marcar novamente com Kane, que se consolidou como o nome do jogo ao comandar a reação inglesa.
Após o segundo gol, o Congo tentou responder com jogadas de velocidade com Elia e Wissa, mas encontrou dificuldades para furar a defesa inglesa, que passou a controlar melhor o ritmo da partida. Mesmo com algumas faltas e tentativas de pressão nos minutos finais, o time africano não conseguiu evitar a derrota.
A partida também foi marcada por forte disputa física, cartões e muitas interrupções, especialmente no segundo tempo, que teve seis minutos de acréscimo.


