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Assembleia vai até o fim do ano com sessões sem público

Por Anahi Zurutuza e Leonardo Rocha | 01/12/2020 06:00
As sessões estão mistas, com o deputado escolhendo se vai ao plenário, ou participa de forma virtual (Foto: Luciana Nassar/Alems)
As sessões estão mistas, com o deputado escolhendo se vai ao plenário, ou participa de forma virtual (Foto: Luciana Nassar/Alems)

Continua - A mesa diretora da Assembleia prorrogou até 22 de dezembro a suspensão da presença do público nas sessões na Casa de Leis, em função da pandemia.

Aglomeração - Os eventos coletivos também seguem proibidos na Assembleia. Eles estão suspensos desde março, quando começou a pandemia no Legislativo.

Trabalho - Já os trabalhos dos funcionários ocorrem de forma presencial, exceto aqueles que fazem parte do grupo de risco. As sessões estão mistas, com o deputado escolhendo se vai ao plenário, ou participa de forma virtual.

Na Câmara – Na semana passada, a Câmara voltou para as sessões presenciais, com o objetivo de acelerar os trabalhos e assim “limpar a pauta” e “zerar os projetos” ainda precisam votar antes do fim dos mandatos dos vereadores, que termina neste ano. Falta menos de um mês para o encerramento das atividades.

Nesta terça – Hoje, vereadores votam 6 projetos, dois em segunda discussão e votação. Para ser aprovado ou não, estão propostas de André Salineiro (Avante), que institui a “Declaração Municipal de Liberdade Econômica”, e dos vereadores Epaminondas Vicente Silva Neto, o Papy (Solidariedade), e Wellington Oliveira (PSDB) que institui a “Política de Transparência na Cobrança do IPTU”.

De parabéns – O ex-secretário de Saúde, ex-deputado federal e ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), fez aniversário nesse domingo (30). Em rede social ele publicou: “56! Tudo muito intenso. Valeu!”.

2020 – Talvez o ano de 2020 tenha sido o mais intenso. Ainda no governo Bolsonaro, Mandetta começou o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus no Brasil e pouco mais de um mês após o registro dos primeiros casos, em 16 de abril, foi demitido pelo presidente.

Um ano – O ex-deputado federal estava à frente da pasta desde o início do governo, em janeiro de 2019. Durante o primeiro mês de combate à pandemia, contudo, Bolsonaro e Mandetta tiveram divergências públicas em razão das estratégias para conter a velocidade do contágio da covid-19, doença provocada pelo vírus.

Trâmite – Um mês depois da sentença de pronúncia, a defesa de Rômulo Rodrigues Dias, de 33 anos, acusado de matar a ex-companheira Graziele Pinheiro Rubiano, de 36 anos, que está desaparecida desde 5 de abril deste ano, recorreu da decisão do juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, de mandar o cliente a júri popular por homicídio.

Sem corpo - As razões do recurso ainda não foram apresentadas por confusão no momento do cadastro da manifestação dos advogados, mas certamente o fato de não haver corpo será usado pela defesa. Para o juiz, o fato apesar do cadáver nunca ter sido encontrado, “há materialidade do crime e indícios suficientes para levar Rômulo” a julgamento.

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