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05/09/2014 06:00

Candidato a governador está "dormindo com o inimigo"

Edivaldo Bitencourt

Pedras no sapato - Assessores do candidato ao governo pelo PMDB andam batendo cabeça. Não se entendem e têm sido motivos de reclamações. Aliada que disputa reeleição à Assembleia Legislativa quer distância da dupla mais próxima de Nelsinho Trad.

Dormindo com o inimigo - Na semana passada, Simone Tebet, candidata ao Senado, e Fábio Trad, deputado federal, aliados de Nelsinho Trad, realizaram comício no Bairro Universitário, na Capital. Cabos eleitorais do candidato do PMDB não apareceram para distribuir material de campanha.

Nebuloso – Com a suspensão da divulgação da pesquisa, a campanha eleitoral ganha o mesmo clima de mistério de 2012, quando os boatos se proliferavam e ninguém sabia oficialmente quem estava em segundo lugar.

Suspensas – A Justiça Eleitoral suspendeu, até o momento, a divulgação de três pesquisas de intenção de voto para governador e senador. O Ibope acabou revertendo a decisão e o levantamento foi liberado ontem à noite.

Impossível – Os partidos descobriram um meio de suspender a divulgação: os institutos não realizam a simulação de segundo turno com todos os candidatos. Em nível nacional, o Ibope só faz duas simulações, ignorando cinco candidatos a presidente da República. Só o Datafolha, por enquanto, testou o confronto entre Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB).

Oficial – O Governo do Estado só oficializou, ontem, o afastamento do médico Ricardo Ayache, cardiologista, para a campanha eleitoral. Funcionário da Fundação Estadual de Saúde, ele disputa vaga no Senado pelo PT.

Função – O vereador Chiquinho Telles (PSD) não perdoou as vereadores Thaís Helena e Luiza Ribeiro, que foram vistoriar as obras do Hospital da Criança do SUS. “Vocês são pedreiras ou mestre de obras?”, questionou o vereador.

Do outro lado – Thaís Helena passou para o outro lado. Quando era secretária municipal de Ação Social, barrou os vereadores que foram conferir denúncia da faltava de comida para as crianças nas creches do município. Na época, ela argumentou que a vistoria poderia ser prejudicial às crianças.

Com ferro – O vereador Vanderlei Cabeludo (PMDB) não perdoou a vereadora petista. “Isso aconteceu comigo com ordem da vossa excelência, mas existe um ditado que diz quem de pedras fere um dia de pedras será ferido” lembrou o vereador, que foi um dos barrados por Thaís Helena durante visita às creches.

Um problema – Cada prefeito tem um assessor de comunicação para dar dor de cabeça no relacionamento com a Câmara Municipal. Alcides Bernal (PP) viu a revolta dos vereadores após comentários da jornalista Márcia Scherer. Agora, Olarte se vê as voltas com o mesmo problema, causado pelo jornalista Eliezer David.

(colaborou Leonardo Rocha e Kleber Clajus)

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