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11/04/2019 06:00

Conta de força-tarefa cresce na Capital da pistolagem

Ângela Kempfer e Leonardo Rocha

Por fora - O delegado geral da Polícia Civil, Marcelo Vargas Lopes, parecia marido traído ontem, sobre investigação do assassinato do filho do capitão reformado da PM. Doze horas após o crime, ainda não sabia que o rapaz foi morto por engano, conforme relatos do próprio pai. “Não sabemos se foi direcionada ao capitão ou o filho dele teve alguma inimizade”, comentou.

Perdido - Depois, enquanto delegado do Garras falava da possibilidade de ligação entre 2 execuções recentes e o crime de terça, por conta do uso da mesma arma, Marcelo Vargas descartava completamente essa chance. “Não tem relação com as investigadas”, garantiu.

No escuro - Mas a grande saia justa realmente é o fato do 5º crime de pistolagem ser registrado em menos de 1 ano em Campo Grande, sem que a força-tarefa criada só para investigar esse tipo de homicídio ter dado uma resposta efetiva à população.

Confiantes - Apesar da terra sem lei que Mato Grosso do Sul tem se tornado, a OAB/MS parece confiante no trabalho da tal força-tarefa e compara os casos em Campo Grande com um emblemático. “É igual o caso da Marielle, demorou e chegou em quem cometeu. Trabalho de investigação pode demorar um pouco”, avaliou o presidente da Ordem, Mansour Elias Karmouche.

Guerra de bandido - Sobre a possibilidade da OAB entrar na história, cobrando publicamente celeridade nas apurações o presidente diz que “esses casos são de guerra de facções, questão complexa” e uma posição da Ordem exige “demanda social”.

Controlados - O presidente da Assembleia, o deputado Paulo Corrêa (PSDB), espera que nova resolução do Ministério Público coloque fim ao apego "midiático" do órgão em relação as grandes investigações. Agora, o procurador-geral de Justiça vai ter mais "controle" sobre as investigações em andamento, acredita. "Só queremos equilíbrio, não estamos cerceando ninguém de investigar".

Fazendo as pazes - Para o primeiro-secretário da Assembleia, o deputado Zé Teixeira (DEM), a retirada da emenda sobre o MPMS, que restringia o poder de investigação, mostra que os dois poderes conversaram e se entenderam. "Contemplou os dois lados, desta forma se busca a harmonia, apesar dos órgãos serem independentes".

Cheio de serviço - A demanda na CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) está maior do que nos anos anteriores, tanto que os deputados não estão conseguindo devolver o parecer sobre as matérias. Eles já tiveram que marcar duas reuniões extraordinárias para colocar o trabalho em dia. Todos os projetos que são apresentados ou enviados na Assembleia, precisam passar por esta comissão.

Escola em casa - Uma das promessas do presidente Jair Bolsonaro, Medida Provisória para regular o homeschooling, ou ensino domiciliar de crianças e adolescentes, deve chegar hoje ao Congresso Nacional. A modalidade entra em vigor após ser publicado no Diário Oficial, mas precisa ser aprovado pelo Congresso em até 120 dias para virar lei. Caso contrário, perderá a validade.

CNH boazinha - Outra mudança que deve vir por ai é o aumento do tempo de validade da Carteira de Habilitação, de cinco para dez anos e também a alteração de 20 para 40 pontos negativos na CNH como limite para suspender o documento.

 

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