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14/01/2019 06:00

Cultura tem “concorrência” entre ex-secretário e suplente

Silvia Frias e Humberto Marques

A fila anda – Athayde Nery (PPS) havia descartado assumir a Fundação de Cultura do Estado, depois que a Secretaria de Cultura e Cidadania foi extinta. Viu movimentos do setor defenderem seu retorno, inclusive com convite reforçado da administração estadual. Quando alguma possibilidade de seu retorno se desenhava, surgiu concorrência pelo órgão, que caminha para ser assumido pela hoje deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) –que teria sido convencida a declinar da espera por mandato na Assembleia, onde será suplente a partir deste ano. Até o nó ser desatado, Carine Giaretta segue como presidente interina.

Assuntando – Especulações sobre a ida de Mara para a FCMS não são novas, mas ganharam corpo nos últimos dias. Representantes de um cordão de Carnaval da Capital, inclusive, relatam reunião entre representantes da Cultura da Prefeitura de Campo Grande e do governo, com a presença da deputada. A assessoria de Mara, porém, nega que o martelo tenha sido batido. A partir das primeiras horas desta segunda-feira (14), com a publicação do Diário Oficial e de novas nomeações, tal questão poderá ser respondida.

Sucessões – A FCMS foi um dos dois órgãos de segundo escalão estadual que não teve presidente designado no sábado (12), com a publicação de edição extra do Diário Oficial, e sim um comando interino. O Detran-MS será comandado interinamente por Francisco Libório Silveira, mas Luiz Rocha, atual diretor-presidente da Sanesul, deve migrar logo para o comando do órgão, conforme antecipou a coluna. Falta só definir o substituto na empresa de saneamento.

Dia seguinte – Passado o fim de 2018 e o processo eleitoral, Odilon de Oliveira (PDT) planeja o futuro profissional. Espera retomar as palestras em escolas em fevereiro e, no mesmo mês, quer retornar à advocacia –respeitando o prazo legal de três anos após sua aposentadoria no qual não poderá atuar junto à Justiça Federal. Ao seu redor, há quem espere movimentações visando a disputa eleitoral na Capital em 2020, a qual o juiz aposentado disse ter interesse.

JK? – Junior Coringa (PSD) pode exercer mandato-tampão de 30 dias na Câmara (com salário de R$ 33,7 mil mais regalias) na Câmara Federal, mas ninguém pode negar que tem conseguido alguns holofotes. Ao jornal O Estado de S. Paulo, concedeu entrevista veiculada ontem (13) na qual afirma que o trabalho no período exige “criatividade” e quer, em 30 dias, fazer trabalho equivalente ao de 4 anos –difícil não lembrar de Juscelino Kubitscheck com seus “50 anos em 5”.

Novo nome – A segunda-feira será de adeus de funcionários da Fibria à marca da empresa, que vai desaparecer com a incorporação pela Suzano, que pagou quase R$ 28 bilhões para assumir 46,5% do controle da empresa com base em Três Lagoas.

Gigante – A fusão entre Suzano e Fibria consolidará a nova empresa no rol de maiores produtores de celulose do mundo, com um valor de mercado de R$ 79 bilhões, capacidade de produzir até 11 milhões de toneladas de celulose e gerar 37 mil empregos. O novo grupo já avalia a construção de uma terceira unidade no Bolsão.

Alívio – Ainda sobre Três Lagoas, decisão do ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, que liberou a venda de ativos da Petrobras, foi comemorada pelo titular da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico do Estado. Jaime Verruck ressaltou que a medida permitirá a retomada do processo de venda da fábrica de nitrogenados que a estatal constrói na cidade.

Segue o jogo – A UFN3 chegou a ser dada como vendida para os russos do grupo Acron, que previam retomar a obra no início deste ano. O plano foi ameaçado por liminar do também ministro Marco Aurélio –anulada por Toffoli– em dezembro, suspendendo no negócio. “Presidente do STF restaura vigência de decreto da petroleira, apontando em decisão risco de ‘gravíssimo comprometimento’ das atividades do setor”, comemorou Verruck nas redes sociais.

Graúdos – A “logística reversa” no setor de reciclagem, que deveria obrigar empresas a se responsabilizarem pela destinação de embalagens, continua na pauta do Ministério Público Estadual. Em Ponta Porã, a promotora Gisleine Dal Bó abriu investigações contra associações e grandes conglomerados (incluindo Pepsico, Nestlé, Cargill e Bunge) para apurar possíveis danos ambientais, sociais e econômicos sobre a falta de logística para recolhimento dos invólucros feitos de papelão, alumínio e aço na região de Antônio João.

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