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18/09/2014 06:00

Denúncias apimentam campanha e separam aliados do início do ano

Edivaldo Bitencourt

Contas – Os partidos começam a estimar o tamanho das bancadas na Assembleia Legislativa. O PMDB prevê que pode fazer quatro deputados estaduais e briga pela quinta vaga. O porém é que cinco candidatos, incluindo-se os atuais, brigam pela última vaga da legenda.

Esquentou – A campanha eleitoral pegou fogo, literalmente, em Mato Grosso do Sul. Após o período morno, as acusações deixaram a esfera judicial para ganhar as ruas na Capital. As denúncias de corrupção devem marcar o pleito a partir desta semana.

Primeiro – O debate da Arquidiocese de Campo Grande, que reúne os candidatos a governador, vai ser o primeiro após a temperatura subir no Estado. Denúncias de corrupção devem “salgar” o encontro, que vinha na fase propositiva e sem ataques pessoais. O debate acontece a partir das 20h30 na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

DebateReinaldo Azambuja (PSDB) e Delcídio do Amaral (PT), que cogitaram se coligar até abril deste ano, devem ir para o ataque mútuo. Nelsinho Trad (PMDB) não deve ficar de fora e também entrar na briga para conquistar o eleitorado na reta final.

Estratégias – Delcídio briga para não se desgastar e garantir a vitória no primeiro turno. Azambuja luta para manter-se em segundo e garantir a vaga no segundo round. Animado pelas pesquisas, que apontam recuperação, Nelsinho quer ultrapassar o tucano para brigar pela vitória no último domingo de outubro.

Próximo - Faltando um pouco mais de 15 dias para eleição, as sessões na Assembleia estão cada vez mais curtas e rápidas, com poucos discursos e apenas alguns projetos sendo votados. Na sessão desta quarta-feira, apenas as indicações e moções foram aprovadas. Antes o horário para o término era às 11h30, hoje a maioria termina antes das 11h.

Nacionais - Os discursos e confrontos na Assembleia têm tido poucos temas da eleição regional, ficando muitas vezes destinado a temas nacionais, como economia, diminuição da pobreza e até ações e denúncias em relação ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Os debates da eleição em MS estão ficando para o horário eleitoral.

Tempo - O arcebispo de Campo Grande, Dom Dimas Lara, afirmou que com o tempo a população está assimilando melhor as conquistas da sociedade em relação a leis eleitorais, como a que combate a compra de votos e a ficha limpa. "Muitos anos depois de serem implementadas (leis) começam a ter efeito nas urnas, assim como os candidatos, tanto que a justiça cassou muitos nas últimas eleições".

Aposentadoria – O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Joenildo de Souza Chaves, completa 70 anos e vai deixar a magistratura. Ele disse que tem vários convites, mas que vai aproveitar o início com o pijama para curtir a neta e a família. “Deus quem vai dizer”, afirmou, sobre o futuro.

Mistério – A vereadora Luiza Ribeiro (PPS) continua com um olhar especial sobre o aluguel do Sírio Libanês. Ontem, ela questionou a presença de um servidor público, que seria arquiteto, na obra. Ela questiona que a reforma está sendo bancada pelos atuais donos, que devem entregá-la pronta ao município.

(colaboraram Ludyney Moura, Kleber Clajus e Leonardo Rocha)

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