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05/01/2016 06:00

Discurso difere da realidade na relação entre prefeito e Câmara

Waldemar Gonçalves

Aperto de mãos – Os ânimos entre o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), e a Câmara Municipal não tendem a melhorar muito em 2016. O encontro com o presidente do Legislativo, João Rocha (PSDB), por conta da devolução de R$ 10 milhões do duodécimo não teve sequer aperto de mãos entre ambos.

Discurso – No discurso, no entanto, prefeito e vereador defenderam a harmonia entre os poderes. Ainda que seja, ao contrário da conturbada e divergente relação política, por força da importância da relação institucional entre Executivo e Legislativo, conforme ressalta o tucano.

Liderança – Sem líder na Câmara desde seu retorno ao cargo, em agosto passado, Bernal ainda não tem um nome para representá-lo no parlamento. Garante estar aberto ao diálogo com os vereadores e confirmou presença na reabertura dos trabalhos da casa, em fevereiro. Ato regimental, como destacou João Rocha.

Pedra sobre pedra – O secretário municipal de Governo, Paulo Pedra (PDT), que teve o cargo de vereador cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ficará no cargo enquanto houver possibilidade de recursos judiciais no caso. Mesmo com a ficha suja ele tem, até segunda ordem, apoio irrestrito do prefeito, Alcides Bernal (PP), que diz esperar solidariedade dos pedetistas ao correligionário.

Apoio – A avaliação de Bernal, no discurso oficial, é de que Pedra vem fazendo um bom trabalho, cumprindo a missão dada a ele na chefia da Segov. O prefeito vislumbra, com isso, ter apoio do PDT nas eleições deste ano.

Canabidiol – Famílias de Mato Grosso do Sul tentam na Justiça ter acesso ao medicamento, feito à base de maconha. O uso já foi autorizado pelas autoridades brasileiras, mas o remédio ainda não tem o aval da Anvisa, por isso a necessidade de buscá-lo pela via jurídica.

Desinformação – Falta de informação continua sendo uma das dificuldades fundamentais no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika, em Campo Grande. Diariamente, são inúmeras as reclamações de pessoas que, diante de imóveis vizinhos desocupados, terrenos sujos ou casos suspeitos de doença, não sabem o que fazer ou a quem recorrer para terem amparo do Poder Público.

Novos buracos – A Prefeitura não está dando conta de tapar os buracos nas ruas da cidade. Vias como a Zahran e a Mato Grosso, duas das mais importantes e movimentadas avenidas de Campo Grande, estão com buracos ‘novinhos em folha’ após as chuvas nem tão intensas da virada do ano.

Em bairros – Se nos troncos do trânsito a situação é problemática, o asfalto em bairros da cidade está sofrível desde antes das mais recentes operações tapa-buracos anunciadas. A promessa da Prefeitura é reforçar o trabalho corretivo nos próximos dias.

Bolsa – O Orçamento 2016 do governo federal prevê margem para reajuste do Programa Bolsa Família. A previsão é aumentar os repasses em R$ 1 bilhão, mantendo o mesmo número de famílias atendidas. Ainda não se sabe de quanto e nem quando será o reajuste, atualmente na casa dos R$ 164 e crescendo acima da inflação desde 2011.

(colaboraram Ricardo Campos Jr. e Michel Faustino)

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