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10/04/2015 06:00

Disputa da prefeitura vai ter vários candidatos com chance

Edivaldo Bitencourt

Definições- O PSD pode ser a primeira opção do deputado estadual Marquinhos Trad fora do PMDB. Ele e o irmão, Fábio Trad, conversaram com o empresário e dono do Correio do Estado, Antônio João Hugo Rodrigues, sobre a mudança. O primeiro passo, que era a saída de Antônio João, já foi dado.

Ideal – No entanto, Marquinhos Trad admite que o cenário ideal é a fusão do PSD com o PL e a criação do novo partido. O PL, proposto pelo ministro das Cidades, Gilberto Kassab, é a saída menos traumática para o peemedebista.

Justiça – Marquinhos, que lidera as pesquisas de intenção de voto para a disputa da prefeitura em 2016, está disposto a ir à Justiça para sair do PMDB e manter o mandato de deputado estadual. Ele disse que a saída não está descartada.

Sem nomes – Com a saída de Marquinhos e a resistência do ex-governador André Puccinelli em disputar a sucessão de Gilmar Olarte, o PMDB ficará sem um nome forte para o pleito. As cartas na manga vão do senador Waldemir Moka, o deputado federal Carlos Marum e os deputados estaduais Antonieta Amorim e Junior Mochi.

Competitiva – As eleições para prefeito prometem fazer história e repetir 2012, com vários candidatos competitivos. Candidatos competitivos podem estar em pequenos partidos, mas que vão enfrentar outros sem expressão em legendas com dinheiro, militantes e estrutura partidária.

Fusão - O deputado Zé Teixeira afirmou que a fusão entre PTB e o DEM não deve acontecer. Ele explicou que os petebistas não pretendem deixar os cargos do governo e os democratas não vão deixar a oposição por isso não há como haver acordo entre os partidos.

Menos - Zé Teixeira afirmou que eram necessários apenas quatros partidos no País: PMDB, PSDB, PT e a junção dos demais. Ele avalia que o Brasil não comporta mais de 30 partidos porque a maioria é desnecessária.

Confusão – A Agetran e o Consórcio Guaicurus decidiram confundir os usuários do transporte coletivo. Desde segunda-feira, o Peg Fácil não funciona no período da manhã. Os passageiros são obrigados a passar pela catraca do ônibus e muitos acabam pagando pela segunda vez para ir a um único destino.

Acéfalos – Os cargos federais em Mato Grosso do Sul continuam sem chefes. O caso mais emblemático é o DNIT, que está sem superintendente. A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), só deve começar a nomear os novos dirigentes a partir da próxima semana.

Revolta – Os funcionários do DNIT estão se mobilizando para evitar a nomeação de um nome de fora para o comando do órgão. Eles exigem um nome da autarquia, concursado e de carreira. O objetivo é evitar a nomeação de gente de fora. Ex-deputados estão entre os cotados para o posto.

(colaborou Leonardo Rocha)

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