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25/01/2013 06:00

Funcionalismo

 O clima entre os servidores municipais era de incerteza antes de Alcides Bernal (PP) assumir o cargo. Agora, virou clima de temor em alguns setores. A conversa corrente é que os novos chefes usam um aviso principalmente aos comissionados que ainda resistiram e não rezam na cartilha da atual administraçã: "Quer que o seu nome vá parar na mesa do Bernal".

E o pagode?
Outra incerteza é quando ao dia em que vão receber o salário. Acostumados a receber no segundo dia útil, os servidores temem que a prefeitura cumpra estritamente o que a lei manda: pagar até o quinto dia útil de cada mes. O sindicato da categoria disse que recebeu garantia de que o pagamento continua como antes, apesar de decreto sobre o assunto que cita o prazo legal.

Eleição?
O clima eleitoral ainda é quieto nas ruas de Sidrolândia e Bonito. Os candidatos a prefeito acabam de conseguir o CNPJ de campanha e acreditam que a partir da semana que vem a movimentação deve começar pra valer.

Elogio
O deputado estadual Pedro Kemp usou sua página na rede social Facebook para elogiar a atuação da presidente Dilma Rousseff, que confirmou na quarta (23) a redução nas contas de energia em todo País. Segundo ele, a medida do Governo contraria as crises econômicas em países europeus e nos Estados Unidos.

Babando
“Mulher decidida, corajosa, competente e, o que é mais importante, comprometida em fazer do Brasil um país mais justo e solidário. Deus a proteja”, declarou.

Humor político
O ex-deputado estadual Youssiff Domingos deu tom humorado às polêmicas envolvendo a culpa pela epidemia de dengue em Campo Grande. Segundo ele, é preciso "despartidarizar" o mosquito transmissor.

Falando sério
“A coisa é séria. Só para ter uma noção da gravidade da dengue em Campo Grande, aqui já foram notificados 10 mil casos. No estado do RJ inteiro, 3 mil casos. Façamos nossa parte”, pediu.

Evolução
Pelo andar da carruagem, janeiro de 2013 vai fechar com um número maior de casos do que ano de 2007, quando Campo Grande viveu uma de suas piores epidemias de dengue. O número já chega este ano a 11,5 mil, contra os 12 mil de 6 anos atrás.

Resposta
O vereador Elizeu Dionísio entrou em contato com a coluna para comentar a matéria publicada ontem (24) que trata do que estão fazendo os parlamentares a poucos dias das atividades legislativas. Ele não gostou muito do teor da matéria.

Muito trabalho
O vereador novato na Câmara garantiu que tem feito visitas, atendido e cumprido agendas desde o início do mês em seu gabinete na Câmara. Dionísio avisou, ainda, que nesta sexta vai passar o dia todo trabalhando no gabinete.

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Comentários em tom irônico à parte Sr. Youssiff Domingos, sem querer partidarizar, mas é inevitável não perceber ser uma estranha coincidência que passados 6 anos em que o ex-prefeito não deixou ter epidemia, justamente agora que seu partido perdeu o poder, o ex-prefeito deixar a cidade nesta situação. É cediço que os cuidados devem ser tomados pelo Poder Público meses antes de começar o ano, e sabemos que estes números de casos se iniciaram em dezembro e o atual prefeito pegou o bonde andando. Afinal a antiga gestão governava para o povo ou não?
 
david trajano em 26/01/2013 02:15:41
Em 2007, em plena epidemia, a maior já vista no Estado de MS, o então Secretário de Saude, Dr. Luiz Henrique Mandetta instituiu grupos setorizados de representantes governamentais e não-governamentais; fazíamos reuniões de manhã, tarde e noite na SESAU então na 13 de Maio. Acompanhava-se caso a caso. Quatro meses de intenso trabalho. À época criávamos precedentes para alvará geral de entrada em imóveis fechados e abandonados, demolição de mega criadouros de dengue (o então motel abandonado bon vivant, o hotel abandonado concord na afonso pena), leis municipais de sanções a terrenos baldios e com focos. Atualizamos com o que há de mais moderno no Código Sanitário Municipal, com previsão legal dos instrumentos que utilizamos em carater de novidade. Enfim, experiência há... só definir quem...
 
Christopher Pinho Ferro Scapinelli em 25/01/2013 16:14:47
O trabalho político dos eleitos começa mesmo antes das eleições. Depois da posse, só o poder executivo tem condições de mostrar serviço em 100 dias após empossado. O Legislativo leva algum tempo, no mínimo um semestre.
 
Marco Aurélio Gonçalves Chaves em 25/01/2013 09:13:36
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