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Promoção de coronéis impõe mudanças nas chefias da PM

Por Marta Ferreira e Gabriela Couto | 19/03/2021 06:00
Campo Grande News - Conteúdo de Verdade

Novidades – A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul tem, desde ontem, mais cinco coronéis, topo da carreira na Corporação. É que foram promovidos por merecimento oficiais que ocupavam a patente anterior, de tenente-coronel, e estavam na “fila” pela mudança de status e salário há pelo menos um ano.

Número – São 24 coronéis na PM sul-mato-grossense. Só há uma mulher na lista, Neyde Centurião, que alcançou a patente no fim do ano passado. Na relação de ontem, estão Marcus Vinicus Pollet, Franco Allan da Silva Amorim, Pedro Cesar Figueiredo de Lima, Gil Alexandre da Rocha e  Luiz Fernando Lopes de Carvalho.

Trocas – Com as ascensões oficializadas ontem, haverá mudanças em comandos de unidades. Uma delas é o Batalhão de Choque, chefiado por Marcus Vinicius Pollet desde 2016. A explicação está nas regras da PM, que estipulam o nível hierárquico dos ocupantes das funções. Coronéis são destinados a cargos de batalhões maiores ou na cúpula da instituição.

Visitinhas – Apesar de a Mesa Diretora ter publicado novo ato restringindo ainda mais o acesso ao Palácio Guaicurus, sede da Assembleia Legislativa, orientando para ampliar o distanciamento social, agendas de cortesia foram mantidas nesta quinta-feira (18). Os deputados receberam o prefeito de Terenos, Henrique Budke (PSDB), o interino de Bandeirantes, Gustavo Sprotte (DEM) e o deputado federal Beto Pereira (PSDB).

Direito das mulheres – Foi aprovado em segunda discussão projeto voltado para vítimas de violência sexual, familiar ou doméstica. De autoria do deputado Zé Teixeira (DEM), a proposta prevê o afastamento remunerado de servidoras estaduais que passem pelo problema

The flash – O Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 6/2019, do deputado Marçal Filho e assinado por mais sete parlamentares, foi promulgado por alguns segundos. A proposta alterava o artigo 166 da Constituição do Estado recebeu 13 votos favoráveis, alterando texto sobre justiça social no Estado. Depois de anunciada a promulgação o deputado Pedro Kemp (PT) debateu a falta de quórum suficiente para alteração da Constituição. A mudança precisava de no mínimo 16 votos e acabou sendo arquivado.

Cadê – A baixa presença dos deputados na sessão de ontem chamou a atenção dos parlamentares. Alguns parlamentares chegavam a entrar por alguns minutos na plataforma virtual, mas acabavam não participando das votações. “Estranhamente o quórum está muito baixo hoje”, disse Pedro Kemp. O presidente da Mesa, Paulo Corrêa (PSDB) concordou. “É assim que vota”.

Quem é o dono? – Proposta de lei que autoriza o Poder Executivo a doar um armazém de propriedade do Estado para o município de Aquidauana gerou dúvida dos parlamentares no processo de primeira discussão. Depois de  encerrada a votação, o deputado Felipe Orro (PSDB) apareceu para anunciar que a área tinha sido vendida por um particular e que o terreno estava na mão de uma empresa. “Situação inusitada”, disse ele.

Dúvida – Alegando a possibilidade de anulação da matéria, que já tinha passado pelas comissões e estava sendo votada pela primeira vez, foi orientado a Orro o pedido de vista da proposição. O objetivo é analisar quem de fato era o dono do armazém.

Anotado – Mas o primeiro secretário Zé Teixeira (DEM) lembrou que o regimento interno não permite pedido de vista após a votação. “Então vamos aprovar e deixar para o governo e a prefeitura ver isso”, sugeriu Paulo Corrêa. Como o texto estava na primeira análise, os deputados afirmaram que há prazo entender melhor a situação. O voto de Orro foi contabilizado como “sim com ressalva”.

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