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Campo Grande, Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017


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08/06/2017 06:00

Triunfo em corrida eleitoral motiva prefeito a andar de truck

Waldemar Gonçalves

Pilotando – Desafio aceito. Essa foi a reação do prefeito, Marquinhos Trad (PSD), ao ser provocado pela piloto Débora Rodrigues, ontem, durante evento promocional da Copa Truck, que será disputada no próximo fim de semana no Autódromo Internacional de Campo Grande.

Vai de truck – Débora, terceira colocada na classificação da Copa, com 38 pontos, convidou o prefeito para uma volta rápida no seu caminhão de corrida Volkswagen-MAN, nos treinos de sábado, às 14h30.

Puxando o histórico – “Disputei uma eleição enfrentando um candidato que já era prefeito (Alcides Bernal, PP) e uma candidata vice-governadora (Rose Modesto, PSDB). Muita gente bateu nas minhas costas e me disse que eu não tinha a menor chance, mas fui eleito prefeito. Portanto, não sou de fugir dos grandes desafios”, afirmou Marquinhos.

Sessões agitadas – As sessões na Assembleia Legislativa têm sido agitadas recentemente, com protestos e vaias a deputados, cada dia por um motivo diferente. Ontem, as críticas foram de pescadores a Beto Pereira (PSDB), em função de seu projeto que proibia a pesca do dourado.

Desapontado – Após ver seu projeto ser rejeitado, em uma votação apertada por 9 a 8, o tucano agradeceu aos aliados e deixou a sessão sem muitos sorrisos. Ele esperava um desfecho diferente para a matéria.

Voto de minerva – O presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi (PMDB), lembrou que foi a primeira vez com ele no cargo que houve a necessidade do "voto de minerva", após empate de 8 a 8. Ele preferiu seguir o grupo que era contra a proibição da pesca e defendia uma medida menos extrema.

Pega na internet – A comissão da Assembleia Legislativa que analisa as delações da JBS, que teve sua primeira reunião ontem, acatou sugestão do Campo Grande News e não vai gastar dinheiro à toa viajando até Brasília para ter acesso à documentação, disponível na internet.

Lapsto temporal – Os deputados do grupo querem transformá-lo em CPI. O que não conseguiram, entre eles mesmos, ontem, foi definir o período em que a investigação vai ser feita.

Vem lá de trás – Os irmãos batistas dizem que um esquema condicionando benefícios fiscais a pagamento de propina ocorre desde o governo de Zeca do PT. Prato cheio para cada grupo político defender um período de apuração diferente.

Do fim do mundo – Durante a discussão do lapso temporal, Amarildo Cruz (PT) ainda lançou a pérola da tarde: “Se for criar uma comissão para investigar irregularidades de todos os governos, teria que se chamar CPI do fim do mundo”. O assunto ficou para a semana que vem.

(com Leonardo Rocha, Lucas Junot, Paulo Nonato de Souza e Yarima Mecchi)

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