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18/02/2016 06:00

Zika e dengue causam baixas em parlamentos de MS

Waldemar Gonçalves

Epidemia I – O deputado estadual João Grandão (PT), presidente da chamada CPI do Genocídio, disse que a reunião do colegiado marcada para esta semana foi cancelada a pedido dele aos colegas. O parlamentar está com dengue e não se sente bem para realizar os trabalhos. “Fiz o pedido e eles aceitaram, minha dengue está complicada, parece até que fui mordido por 18 mosquitos”, comentou o petista.

Epidemia II – Na Câmara Municipal, depois de Paulo Siufi (PMDB), o presidente, João Rocha (PSDB), também foi picado pelo Aedes Aigypti e pegou zika, segundo afirmou o peemedebista. Apesar de os sintomas serem mais amenos em relação à dengue, os parlamentares passaram por momentos difíceis nos últimos dias.

Antenado – O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), decidiu inovar e, agora, responde à maioria dos comentários em sua página no Facebook. Até mesmo os assuntos polêmicos ganharam a atenção dele, que tem respondido um a um, de acordo com a demanda. A prática é usada por muitas empresas como uma estratégia de bom relacionamento nas redes sociais.

Solidariedade I – O deputado federal paulista Paulinho da Força, presidente nacional do Solidariedade, é esperado para ato político do partido em Mato Grosso do Sul, na próxima quinta-feira (25). Segundo o convite distribuído pela sigla, o evento de filiação partidária de líderes políticos terá, também, a presença do governador.

Solidariedade II – No fim do ano passado, o SDD sofreu baixa para o ninho tucano. Na ocasião, o deputado federal Elizeu Dionízio, que chegou à Câmara dos Deputados por ser suplente do secretário estadual de Fazenda, Márcio Monteiro (PSDB), deixou o Solidariedade para reforçar o time do partido do governador, mantendo os tucanos sul-mato-grossenses com cadeira no parlamento federal.

Em Dourados... – Marçal Filho aproveitou a confusão generalizada no PMDB, o ostracismo do PSB e o silêncio do DEM para se apresentar como pré-candidato a prefeito de Dourados. Procurou Reinaldo Azambuja terça-feira e pediu apoio.

Mas, como? – Diz Marçal que saiu com a garantia de que terá tal apoio, se conseguir se viabilizar. A única pergunta que fica no ar: como Marçal vai se explicar para seus leitores e ouvintes, já que anunciou no microfone de sua rádio, um dia depois de não conseguir se reeleger para a Câmara Federal, em 2014, que nunca mais disputaria um cargo eletivo?

CPMF, não! – O deputado Paulo Corrêa (PR) conseguiu coletar 18 assinaturas para sua moção de repúdio à recriação da CPMF. Ficaram de fora deste documento a bancada do PT e os deputados Felipe Orro (PDT) e Flávio Kayat (PSDB), que faltaram na sessão de ontem. A moção será votada hoje e, caso seja aprovada, será encaminhada para a bancada federal de Mato Grosso do Sul, ao Congresso Nacional e à União.

Factóides – Mensagem postada em grupo de WhatsApp supostamente ligado ao secretário municipal de Governo, Paulo Pedra, ontem, dava conta de que haveria pedidos de prisão envolvendo lideranças políticas prestes a serem julgados. Consultado sobre o fato, o próprio Pedra negou saber da postagem e disse, sem citar nomes, que estão tentando criar factóides. Na visão do secretário, ser a pessoa mais próxima do prefeito, Alcides Bernal (PP), o torna alvo de ataques.

Todas as instâncias – Aprovados em concurso público do TCE (Tribuna de Contas do Estado), em janeiro de 2014, que brigam na Justiça para serem nomeados, foram à Assembleia Legislativa ontem pedir ajuda dos parlamentares. A própria corte fiscal, no entanto, já se pronunciou afirmando que decisão judicial obrigando-a a fazer nomeações pode causar prejuízos financeiros, além de abrir o que classifica como graves precedentes para outros órgãos. O tribunal também explica que as 30 vagas previstas no edital foram preenchidas com os mais bem classificados no concurso.

(com a redação)

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