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Consumo

Após 15 anos, Cacimba reabre com a nostalgia das taças e até pizza

Com novo endereço, arquitetura e até atualizações no cardápio, sem abandonar a tradição, o Lado B foi conferir a "nova Cacimba"

Por Lucas Mamédio | 10/10/2020 07:47
Cacimba ficou 15 anos fechada (Foto: Paulo Francis)
Cacimba ficou 15 anos fechada (Foto: Paulo Francis)

Após mais de 15 anos fechada, a histórica sorveteria Cacimba finalmente reinaugurou em Campo Grande. Com novo endereço, arquitetura e até atualizações no cardápio, sem deixar a tradição para trás, o Lado B foi conferir como está essa “nova Cacimba”.

De cara, por fora, a arquitetura chama a atenção. Localizado na Avenida Zahran esquina com a Rua Santana, a Cacimba parece muito uma casa de boneca gigante. A cor de rosa predomina, com tons de branco e outras cores claras também.

Há uma varanda para o lado de fora, onde os clientes podem sentar. Por dentro, a decoração segue a linha do prédio. Lustres, sofás, cadeiras e mesas brancas ocupam um único ambiente e dão o tom desse novo conceito da sorveteria.

O ambiente interno tem dedecoração toda em tons claros (Foto: Paulo Francis)
O ambiente interno tem dedecoração toda em tons claros (Foto: Paulo Francis)
Gelato italiano é uma das novidades da Cacimba (Foto: Paulo Francis(
Gelato italiano é uma das novidades da Cacimba (Foto: Paulo Francis(

“Eu não tenho palavras pra descrever esse momento, é só gratidão. Porque todas as pessoas que entram aqui, entram com aquela expectativa enorme de sentir tudo aquilo que sentiam com a Cacimba antes. E poder resgatar essa nostalgia por meio do sorvete, do alimento, é indescritível”, diz Michelle Tabox, dona e idealizadora desse novo projeto.

No cardápio muita coisa nova, mas as famosas taças ainda são o carro chefe da sorveteria. São 12 opções de taças, todas com duas possibilidades de tamanho, que variam de R$ 8 a R$ 40.

A maior novidade quando o assunto é sorvete fica por conta dos gelatos italianos, que não eram oferecidos antes. São várias opções de sabores, que podem ser servidos no copinho ou casquinha. Tudo é produzido de forma artesanal ali mesmo.

Michelle, a dona, diz que não tem palavras para descrever esse momento (Foto: Paulo Francis)
Michelle, a dona, diz que não tem palavras para descrever esse momento (Foto: Paulo Francis)

E as atualizações não ficam só no âmbito do sorvete não, agora a sorveteria vende pizzas com massa de longa fermentação e outras massas italianas assadas, como corniccione, uma típica entrada do país europeu.

O cardápio ainda conta com doces, picolés, açaí, cafés expressos e algumas bebidas geladas especiais. A nova versão da sorveteria abriu com 25 funcionários e tem capacidade para cerca de 80 pessoas. “Por conta da pandemia essa capacidade está reduzida”, lembra Michelle.

Devorando um banana split, o policial militar Kolber Albuquerque, diz que está muito feliz de poder voltar a frequentar a sorveteria.  “Moro em Campo Grande há mais de 20 anos e lembro muito bem quando frequentava a antiga Cacimba lá na Afonso Pena. Resgatar isso de volta é muito legal, não só pra mim, mas pra Campo Grande mesmo”.

As famosas taças ainda são as estrelas do cardápio (Foto: Paulo Francis)
As famosas taças ainda são as estrelas do cardápio (Foto: Paulo Francis)
Aline não conhecia a Cacimba, mas disse que adorou o sorvete (Foto: Paulo Francis)
Aline não conhecia a Cacimba, mas disse que adorou o sorvete (Foto: Paulo Francis)

Já a enfermaria Aline Zeni não conheceu a marca antes do fechamento, mas resolveu prestigiar a nova porque leu a história da sorveteria.  “E não tive a oportunidade de ir na antiga, mas vim nessa e tá de bom tamanho, tudo é bem bonito e o sorvete muito gostoso”.

Para uma sexta-feira, quando estivemos na sorveteria, o movimento estava médio, com poucos lugares vagos dentro, mas muito vazios fora.

Também pelo que pudemos testemunhar, tempo de espera para os pedidos não variou entre 10 e 15 minutos.

A nova Cacimba fica aberta das 11h da manhã até às 23h.

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