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Diversão

Em Campo Grande, pai de Projota faz torcida: “ele é um menino bom”

Pai de participante do BBB21, que hoje enfrenta o paredão, fala sobre os comportamentos do filho

Por Thailla Torres | 16/03/2021 06:41
Enesio Rodrigues Pereira é pai do cantor Projota e reside aqui mesmo em Campo Grande (Foto: Kísie Ainoã)
Enesio Rodrigues Pereira é pai do cantor Projota e reside aqui mesmo em Campo Grande (Foto: Kísie Ainoã)

Poucos sabiam da moradia dele aqui, mas, no último fim de semana, seu Enesio Rodrigues Pereira, de 72 anos, viu seu nome ganhar destaque na internet depois que o filho, o rapper Projota, participante do Big Brother Brasil, mencionou que o pai vive em Campo Grande.

Na ocasião, o músico mencionou a cidade depois de ganhar um carro na prova do anjo e prometer que ele seria presente para o pai.

Enesio não nega, vibrou duplamente no último sábado. “Primeiro porque ele ganhou o anjo e eu ainda fui presenteado com uma máquina”, ri. Ele diz que os últimos carros que teve foram presentes do filho músico. “Depois que ele viu a vida melhorar com a música, quis me dar mais conforto e me presenteou com carrinho”, diz.

Com uma simpatia aparentemente inesgotável, Enesio passa os dias em sua residência, no bairro Oliveira, região oeste da cidade, à espera não só do fim da pandemia como do título de campeão ao filho dentro do reality show.

No último domingo, Projota foi indicado pelo líder Fiuk ao paredão, ficou surpreso com a indicação e por aqui o pai fez o mesmo. “Foi uma surpresa pra mim, não esperava isso. Acho que ele não merecia ir para o paredão”, avalia.

Enesio, em sua casa no Residencial Oliveira, acompanhando o filho Projota via paperview (Foto: Kísie Ainoã)
Enesio, em sua casa no Residencial Oliveira, acompanhando o filho Projota via paperview (Foto: Kísie Ainoã)

Enesio diz que não é muito “ligado em internet” e só acompanha o filho 24 horas por dia através do pay-per-view, por isso, pouco se importa com os comentários que surgiram sobre o músico desde o início da edição. “Infelizmente ele está em um ninho de cobras, tem muita gente diferente no mesmo lugar. Mas ele é um menino bom e merece ficar. Aliás, ele vai ficar”, torce o pai.

Em casa, Enesio diz que sorri, chora e grita toda vez que algo acontece dentro do BBB. “Meu coração acelera, a gente fica naquela vontade de sussurrar no ouvido do filho, ter uma conversa. É muito difícil ver tudo de longe”.

Mas na avaliação dele, Projota está jogando bem. “Agora ele está jogando. Tudo que ele faz é pelo jogo. Tem suas estratégias”, diz o pai.

Otimista, acredita que hoje quem deixa a casa é Thais. “Minha torcida é para que ela saia e ele chegue a final”, sorri.

Se isso não acontecer, o pai mantém a torcida. “Se sair eu quero que ele continue sendo o menino feliz que sempre foi e continue a carreira que ele tanto ama. Tenho muito orgulho dos meus meninos”, afirma.

Enesio e o filho Projota, rapper que é um dos participantes da edição 2021 do Big Brother Brasil (Foto: Arquivo Pessoal)
Enesio e o filho Projota, rapper que é um dos participantes da edição 2021 do Big Brother Brasil (Foto: Arquivo Pessoal)

História com Campo Grande – Natural do Piauí e pai de dois meninos, Cristhiano Sabino Pereira, o filho mais velho, e José Tiago Sabino (Projota), seu Enesio chegou a Campo Grande na década de 70, para trabalhar como pedreiro na construção do edifício 26 de Agosto.

Ficou por aqui até 1978 e voltou para São Paulo. “Quando os meninos cresceram, casaram e conquistaram suas vidas eu decidi viver com mais tranquilidade”.

Durante os anos em São Paulo recebeu visitas de amigos campo-grandenses que nunca deixaram esquecer-se da capital sul-mato-grossense, por isso, em 2010 decidiu voltar para o estado.

“Aqui é um lugar bonito, gostoso de viver e fiz bons amigos. Nunca consegui esquecer Campo Grande”, diz.

Projota já visitou a cidade diversas vezes para visitar o pai e também fez shows por aqui. “Em todos que ele fez eu fui, e já estive assistindo ele cantar em muitos outros lugares”.

Mas sempre que pode, seu Enesio embarca e vai para São Paulo ficar com os filhos. “Nessa pandemia estou mais quietinho, mas sempre estou lá ao lado deles, principalmente para curtir minhas netinhas”, diz.

O último abraço no filho foi no Natal de 2020, lembra. Mas, apesar da saudade, espera que o próximo abraço demore mais um pouquinho. “Que esse abraço só chegue depois da final”, torce novamente.

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