Seca avança e Sonora registra umidade de 14%, uma das menores do País
A faixa de deficit hídrico se estende por 15 municípios em Mato Grosso do Sul
Mato Grosso do Sul já aparece no “top 5” das menores umidades relativas do ar no Brasil. Na terça-feira (dia 18), o município de Sonora, a 362 km de Campo Grande e no norte do Estado, ficou em 5º lugar no ranking nacional. A umidade foi de 14%, enquanto o recomendável para a saúde das pessoas é de 60%.
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Mato Grosso do Sul figura entre os estados com menor umidade relativa do ar no Brasil. O município de Sonora registrou 14% de umidade na terça-feira, enquanto o recomendável para a saúde é de 60%. Segundo o Cemtec, a seca já atinge 15 municípios, sendo moderada em Ladário. Em julho, o estado registrou temperaturas entre 0,4°C, em Iguatemi, e 38,3°C, em Corumbá.
Na tabela do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), Sonora aparece “empatada” com outras quatro cidades do Mato Grosso. O instituto organiza o ranking em ordem alfabética, o que colocou Sonora na 9ª posição, apesar de ter os mesmos 14% dos outros municípios.
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A situação estava pior na segunda-feira (dia 17), quando a umidade do ar foi de 13% em Sonora.
O avanço do tempo seco pelo Estado também foi registrado pelo “Monitoramento Mensal das Secas”, divulgado pelo Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), com dados de julho.
A faixa da seca já se estende por 15 municípios. A seca fraca, com possibilidade de pequenas perdas na agricultura, chegou a Selvíria, Aparecida do Taboado, Miranda, Inocência, Paraíso das Águas, São Gabriel do Oeste, Aquidauana, Figueirão, Rio Verde de Mato Grosso, Coxim, Paranaíba, Cassilândia, Chapadão do Sul e Corumbá.
No município de Ladário, a seca foi enquadrada em moderada (com danos às pastagens e risco moderado para incêndios).
Durante o mês passado, Mato Grosso do Sul apresentou elevada variabilidade térmica, com registros extremos variando entre 0,4°C e 38,3°C. A mínima foi em Iguatemi. A temperatura máxima teve registro em Corumbá.
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