Vítima de feminicídio, policial acreditou que poderia mudar o companheiro
Marlene Brito morreu em Campo Grande, com tiro no pescoço, vítima de relacionamento turbulento
A subtenente da PM (Polícia Militar) Marlene de Brito Rodrigues, 59 anos, foi encontrada morta com tiro no pescoço em casa, no Bairro Estrela Dalva, em Campo Grande. O companheiro, Gilberto Jarson, 50 anos, foi preso e denunciado pelo crime de feminicídio, além de porte ilegal de arma e armazenamento de pornografia infantil.
Sandra Rodrigues, irmã de Marlene, lembra que sempre foi o sonho dela vestir farda. Após se formar em Letras, ingressou na Polícia Militar. Se aposentou e voltou à ativa, trabalhando no Comando Geral da PM.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
Nas redes sociais, a militar foi julgada por não ter saído de relacionamento abusivo e tóxico. Mas nenhuma mulher está imune à violência de gênero. Este é o assunto tratado em mais um episódio do podcast Pra Não Esquecer.
- Leia Também
- Acusado de matar subtenente pioneira da PM dá sua versão pela 1ª vez
- Defesa mantém tese de suicídio em morte de subtenente da PM


