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Campo Grande, Sábado, 22 de Julho de 2017

29/06/2017 08:38

A 4 dias para fim do prazo, Reinaldo diz que está 'conversando sobre reajuste'

Governador afirma que está acompanhando discussão de alongamento da dívida para ajudar negociação

Mayara Bueno e Yarima Mecchi
Governador do Estado, no meio, com o prefeito Marquinhos Trad (PSD). (Foto: Yarima Mecchi).Governador do Estado, no meio, com o prefeito Marquinhos Trad (PSD). (Foto: Yarima Mecchi).

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), disse que as discussões sobre o reajuste salarial dos servidores continuam sendo feitas até segunda-feira (3), prazo que o Estado deu para nova rodada de negociação com os servidores estaduais.

Azambuja voltou a condicionar as discussões salariais ao trâmite do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) em relação ao alongamento da dívida dos estados com a União. A medida aliviaria o caixa estadual, deixando sobra para aumentar salários.

Nesta quinta-feira (29), o governador afirmou que já aconteceram reuniões com a secretaria de Fazenda e hoje as conversas continuam. 

"Estamos vendo, fechando as contas e acompanhando os trâmites do alongamento da dívida. Estamos enxergando, principalmente, os limites constitucionais de gastos com pessoal para cumprir a lei".

Até então, o anúncio do governo era o “reajuste zero” e, na segunda-feira (26), Reinaldo falou em “equação” sobre o aumento e que no período em que está à frente do Estado (dois anos e seis meses), houve melhorias para o funcionalismo público, como ascensões na carreira, plano de cargos e carreira.

Histórico - No dia 31 de maio, último dia para a negociação salarial, uma vez que a data-base do funcionalismo público estadual é maio, o secretário de Administração anunciou que os 72 mil servidores estaduais - ativos e aposentados - ficariam sem reajuste este ano.

Assis explicou começou a maratona de reuniões com as 47 categorias de servidores, mas que não tinha como propor aumento, porque o governo não tem receita suficiente para custear uma folha reajustada – hoje, o Estado gasta R$ 450 milhões por mês com pessoal.

 




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