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Política

Ao lado de Waldemar Costa, Bolsonaro se filia ao PL, seu nono partido

Presidente da República confirma nova legenda após dois anos sem partido

Por Gabriela Couto | 30/11/2021 10:28
Presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto ao lado do presidente da República, Jair Bolsonaro. (Foto: Divulgação)
Presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto ao lado do presidente da República, Jair Bolsonaro. (Foto: Divulgação)

O presidente da República, Jair Bolsonaro, se filiou ao Partido Liberal na manhã desta terça-feira (30). O evento ocorreu na sede do partido, em Brasília, e contou com a presença do presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, e de integrantes do governo, como a ministra da Agricultura Tereza Cristina.

Em seu discurso, ele citou Mato Grosso do Sul e o trabalho da ministra. "Essa pequena grande mulher está fazendo um grande trabalho pela agricultura do nosso País. Ela que é do nosso amado Mato Grosso do Sul", afirmou.

No discurso, Bolsonaro cutucou o PT. "Nós tiramos o Brasil da esquerda. Não queremos isso". O presidente foi eleito em 2018 pelo PSL e deixou a sigla em 2019, após briga interna no partido. O PL é seu nono partido em 33 anos.

O presidente tentou criar uma nova legenda, o Aliança pelo Brasil, que não foi homologada por não conseguir concluir a fase de assinaturas necessárias dentro do prazo estabelecido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Mesa de autoridades durante cerimônia de filiação do Bolsonaro ao PL. (Foto: Divulgação)
Mesa de autoridades durante cerimônia de filiação do Bolsonaro ao PL. (Foto: Divulgação)

Jair Bolsonaro também falou das eleições presidenciais do ano que vem. "Teremos bem mais candidatos que em 2018. Isso é bom para a democracia. Queremos compor nos estados."

A filiação do presidente ocorre oito dias após o primeiro anúncio oficial do evento. Além dele, os filhos Flávio e Eduardo Bolsonaro, que também possuem mandato, se filiaram ao PL. O presidente do partido Valdemar da Costa Neto já foi preso pelo esquema de mensalão em 2013 e foi condenado a sete anos e 10 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

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