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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

06/09/2016 10:15

Após prisão domiciliar, Bumlai volta para a carceragem da PF em Curitiba

Pecuarista passará por nova perícia; há risco de ele estar com um novo tumor, diz defesa

Mayara Bueno
Bumlai, de camisa listrada, voltando para a superintendência da PF. (Foto: Reprodução / G1).Bumlai, de camisa listrada, voltando para a superintendência da PF. (Foto: Reprodução / G1).

O pecuarista José Carlos Bumlai voltou para a carceragem da PF (Polícia Federal), em Curitiba, nesta terça-feira (6). Ele estava em prisão domiciliar desde março deste ano, por causa do tratamento contra um câncer na bexiga, em São Paulo (SP).

Bumlai foi detido na 21ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada em novembro passado. Nesta manhã, ele chegou escoltado por policiais e acompanhado dos advogados. As informações são do G1.

Edward de Carvalho, advogado do pecuarista, afirmou que o cliente ainda não está totalmente recuperado do tratamento e que existe suspeita de outro tumor. Ainda hoje, o pecuarista deve passar por nova perícia médica.

Na Justiça, ele responde pelos crimes de corrupção passiva, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. Réu na Lava Jato, Bumlai é acusado de ter contraído um empréstimo fraudulento no Banco Schahin de R$ 12 milhões em 2004. O destinatário seria o MPF (Ministério Público Federal) foi o Partido dos Trabalhadores (PT), ainda de acordo com as investigações.

Com relação à acusação de obstrução à Justiça, além do pecuarista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), o ex-chefe de gabinete de Delcídio Diogo Ferreira, o banqueiro André Esteves, o advogado Édson Ribeiro e o filho do pecuarista Maurício Bumlai também são réus na ação penal.

No dia 17 de agosto, Bumlai depôs sobre o sítio frequentado pelo ex-presidente, em Atibaia (SP), na sede da Polícia Federal em São Paulo. A Operação Lava Jato apura se Bumlai pagou por obras de reforma no sítio e se o imóvel foi dado a Lula em troca de contratos fechados pela Odebrecht e pela OAS junto à Petrobras.

 



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