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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

28/05/2015 12:14

Após sugestão, deputadas resolvem criar Frente de Defesa da Mulher

Leonardo Rocha
Deputadas Antonieta Amorim e Mara Caseiro decidem criar Frente, após sugestão de Luciana Azambuja (Foto: Roberto Higa/ALMS)Deputadas Antonieta Amorim e Mara Caseiro decidem criar Frente, após sugestão de Luciana Azambuja (Foto: Roberto Higa/ALMS)
A subsecretária Luciana Azambuja disse que o objetivo é criar parcerias para políticas públicas às mulheres (Foto: Roberto Higa/ALMS)A subsecretária Luciana Azambuja disse que o objetivo é criar parcerias para políticas públicas às mulheres (Foto: Roberto Higa/ALMS)

A subsecretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Luciana Azambuja, esteve hoje na Assembleia Legislativa para discutir sobre este tema e sugeriu a criação de uma Frente em Defesa dos Direitos da Mulher, e logo foi atendida pela deputada Mara Caseiro (PT do B), que já anunciou o encaminhamento para criar este grupo de atuação no legislativo.

“Vamos criar a Frente Parlamentar para defender ainda mais os direitos da mulher na Casa de Leis, para ampliar as ações, já temos aqui inclusive uma Comissão Contra Violência à Mulher e uma Procuradoria para este público”, disse Caseiro.

A deputada Antonieta Amorim (PMDB) ressaltou que vai fazer parte deste grupo, que vai buscar o “equilíbrio” dentro da sociedade, em relação a espaço político, valorização salarial, assim como direitos a saúde e combate a violência. “Nós vamos defender às mulheres, que precisam deste empenho”, ponderou.

Caseiro ainda revelou que conversou com o presidente da Assembleia, o deputado Junior Mochi (PMDB), tendo o seu compromisso para criar uma sala de atendimento às mulheres na Casa de Leis. “Vamos conceder esta assistência e ainda tentar quebrar a cultura discriminatória que existe no Estado”.

Políticas – A subsecretária Luciana Azambuja ressaltou que a intenção é promover políticas públicas estaduais voltados à diversas áreas, como saúde da mulher, combate a violência e construção de um cenário de “igualdade de gênero”. “Nesta discussão entra a questão de educação, para mudar a cultura de violência, assim como mais espaços em função de decisão, tanto em empresas, como a política”, disse ela.

Luciana lembrou que nesta quinta-feira é celebrado o Dia Nacional de Combate à Mortalidade Materna e o Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher. “Queremos mais ações em conjunto entre diferentes órgãos e parceria com o poder legislativo. Tanto que o tema da Conferência Nacional é a ocupação das mulheres no poder de decisão em todas as áreas”.




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