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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Outubro de 2019

29/10/2018 11:06

Após votação "expressiva", Odilon já fala em disputar Prefeitura da Capital

Juiz aposentado comentou sobre campanha, agradeceu votos e disse que ficará "atento" às administrações estadual e municipal

Mayara Bueno e Leonardo Rocha
Odilon de Oliveira, do PDT, em entrevista nesta segunda-feira. (Foto: Marina Pacheco).Odilon de Oliveira, do PDT, em entrevista nesta segunda-feira. (Foto: Marina Pacheco).

Odilon de Oliveira (PDT), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul derrotado nas urnas, comentou que a votação recebida foi expressiva e já começa a falar em disputar a Prefeitura de Campo Grande, cuja eleição é em 2020.

O pedestista chamou a imprensa para uma coletiva no escritório da coligação na manhã desta segunda-feira (dia 29). Na ocasião, Odilon também disse novamente que, mesmo em 2º lugar, se considera vitorioso na eleição, já que recebeu 47,65% dos votos, contra 52,35% do governador reeleito Reinaldo Azambuja (PSDB).

"Vou fazer uma reflexão política, vou descansar, mas não descarto a eleição de 2020 na disputa pela prefeitura municipal".

O juiz federal aposentado atribui a possibilidade em disputar a eleição daqui dois anos à votação e projeção recebida neste período eleitoral. Odilon de Oliveira completou dizendo que aprendeu "muito com a política" e que, como juiz, analisava as partes e decidia. Na política, o quadro é diferente, já que precista de diálogo e aliança. Por outro lado, descobriu que "há muita traição" e que uma parte da política é "suja".

Sobre a administração estadual, o pedetista disse que fará "oposição crítica" ao governo de Azambuja, mas deixará os deputados eleitos pela chapa encabeçada por ele, livres para decidir como vão agir em relação ao governo.

O mesmo posicionamento terá em relação ao prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD). Odilon afirmou, ainda, que vai elaborar um projeto de segurança para fronteira, que será encaminhado à equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). O conteúdo, acrescenta, não será revelado por enquanto para evitar que a proposta seja copiada.



ODILON foi ingênuo em enviar seu coordenador de campanha fazer conchavo com presidiário. Ainda bem que ele "escondeu o rosto". Assim, ninguém ficou sabendo que era o Odilonzinho. Para quem quis pregar a moral e os rigores da lei, se aliar no segundo turno a essas raposas felpudas, só poderia dar nisso. Aprenda com o Bolsonaro, que fez campanha sem coligação, sem dinheiro, sem a globo.
 
Célio Rosa em 29/10/2018 12:27:37
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