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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017

02/04/2014 09:21

Assembleia pode fazer sessão extra para ler renúncia de André na sexta

Edivaldo Bitencourt e Leonardo Rocha
Governador tem agenda extensa de eventos na véspera de anunciar decisão se disputa ou não o Senado (Foto: Cleber Gellio)Governador tem agenda extensa de eventos na véspera de anunciar decisão se disputa ou não o Senado (Foto: Cleber Gellio)

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul pode convocar uma sessão extraordinária na sexta-feira para a leitura da carta de renúncia do governador André Puccinelli (PMDB). Na manhã de hoje, na Escola Estadual Olinda Conceição Teixeira Bacha, ele adiou de quinta-feira para o dia seguinte o anúncio se será candidato ou não a senador nas eleições deste ano.

No entanto, o peemedebista deu mais um sinal de que irá renunciar ao cargo de governador para disputar as eleições. O secretário estadual de Obras, Edson Giroto, deverá continuar no cargo e não vai disputar a reeleição. “Eu acho que ele fica”, afirmou o governador. Ele disse que os dois já acertaram os ponteiros.

Os demais secretários, como Nelson Trad Filho (Articulação com os Municípios), Carlos Marun (Habitação), Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias (Produção), Simone Tebet (Governo) e José Carlos Barbosa (Sanesul) devem ser exonerados amanhã.

Já a vice-governadora Simone Tebet (PMDB) deve assumir o comando do Estado na sexta-feira. Puccinelli reforçou que o rito da renúncia é o previsto pelo presidente da Assembleia Legislativa, Jerson Domingos (PMDB).

Ontem, o deputado explicou que a carta de renúncia precisa ser enviada ao legislativo e ser lida na sessão para ter validade. A leitura deverá ocorrer até sexta-feira.

O governador disse que ele poderá encaminhar a carta de renúncia à Assembleia amanhã, mas Jerson Domingos pode segurar a leitura até sexta-feira, quando ocorrerá uma sessão extraordinária.

Em 2002, apesar da pressão, Puccinelli descartou renunciar ao mandato de prefeito para disputar o Governo estadual.

Neste ano, ele vem sendo pressionado pelo PMDB e aliados para entrar na disputa e reforçar a chapa majoritária de Nelson Trad Filho.




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