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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

18/06/2009 15:24

Bancada federal cobra da Caixa liberação de emendas

Redação

Integrantes da bancada federal de Mato Grosso do Sul, liderados pelo senador Delcídio do Amaral (PT), se reuniram com o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Ereda, em Brasília, para discutir a liberação de emendas individuais e de bancada que ainda estão retidas pelo governo.

"São mais de R$ 300 milhões pendentes e as prefeituras precisam de soluções. Optamos por promover uma reunião com a direção da Caixa de Brasília e a superintendência em Campo Grande, a Assomasul, os prefeitos, e toda a bancada federal, para equacionar essa questão e garantir a conclusão de várias obras importantíssimas", afirmou Delcídio.

Segundo Delcídio, a reunião vai ser realizada em data a ser ajustada com o coordenador da bancada, deputado federal Waldemir Moka (PMDB).

A direção da CEF, de acordo com o senador, prometeu estudar a possibilidade de prorrogar o prazo de vigência dos contratos firmados com as prefeituras, para não prejudicar os municípios.

"Tivemos ótimas informações quanto ao efeito suspensivo dos contratos. A Caixa vai adiar esse efeito suspensivo para que tenhamos condição de aplicar todos os recursos que a bancada federal conseguiu viabilizar para o Estado. A bancada federal está muito preocupada porque a maioria dos contratos vence nas próximas semanas, mas se a CEF não tiver tempo de analisar e aprovar os convênios das prefeituras, automaticamente esse prazo será prorrogado ", explicou o senador.

Integrantes da bancada federal estiveram também na direção do Banco do Brasil, em reunião com o vice-presidente Luiz Carlos Guedes.

Os parlamentares sul-mato-grossenses não concordam com a antecipação do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste), que é um pleito

apresentado pelos estados de Mato Grosso e Goiás.

"Em Mato Grosso do Sul nós temos uma matriz econômica pré-estabelecida, e essa antecipação trará prejuízos ao agronegócio do nosso Estado", afirmou Delcídio.

Segundo o senador, se a tese de Mato Grosso e Goiás for vitoriosa, Mato Grosso do Sul corre o risco de perder recursos para estes estados.

Na reunião, os membros da bancada relataram ainda à direção do Banco do Brasil o descontentamento das lideranças políticas e empresariais do Estado com a

centralização, em Brasília, do serviço de consultoria, assessoramento e prestação de serviços de crédito e capital de giro.

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