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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

22/01/2013 09:19

Com dois candidatos, Assomasul abre votação para nova diretoria

Fabiano Arruda e Carlos Martins
Prefeito de Costa Rica, Waldeli Rosa. (Foto: Rodrigo Pazinato)Prefeito de Costa Rica, Waldeli Rosa. (Foto: Rodrigo Pazinato)
Prefeito de Anastácio, Douglas Figueiredo. (Foto: Rodrigo Pazinato)Prefeito de Anastácio, Douglas Figueiredo. (Foto: Rodrigo Pazinato)

A votação para eleger a nova diretoria da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) foi aberta às 8 horas desta terça-feira e vai até as 17 horas. Os 79 prefeitos do Estado estão aptos a participar do processo. O primeiro a votar foi Vanderley Bispo (PT), de Japorã.

Waldeli Rosa (PR), de Costa Rica, e Douglas Figueiredo (PSDB), de Anastácio, são os candidatos na disputa e já votaram.

O republicano lamentou o fato de não haver uma chapa única, de consenso. Ele disse acreditar que “agora seria a vez dele”, já que foi vice da entidade em duas oportunidades “em nome do consenso”.

Rosa ainda afirmou defender a união da Assomasul, independente do resultado. “Caso eleito, vou estar lado a lado dos prefeitos”, pontuou.

O prefeito de Costa Rica aproveitou para falar de propostas, caso vença. Defendeu maior atenção dos chefes dos Executivos nos municípios em relação ao ICMS para que conheçam os mecanismos que formam os índices.

Em relação ao FPM (Fundo de Participação dos Municípios), pregou que o Governo Federal defina uma compensação por conta da redução no fundo ocasionada pela concessão de incentivos fiscais por parte da União como o IPI (Imposto de Produtos Industrializados).

Uma das saídas, revelou, será discutida entre os prefeitos num evento com a presidente Dilma Rousseff (PT) entre 28 e 30 deste mês em Brasília (DF): uma MP (Medida Provisória) para compensar as Prefeituras quando cair a arrecadação do FPM.

Já Douglas Figueiredo acredita que a eleição na Assomasul será bastante acirrada, disputada “voto a voto”. Segundo ele, a entidade sairá mais fortalecida do processo.

Para o tucano, não há racha na associação por conta do pleito contar com dois candidatos, pois a concorrência representa a “ampliação do debate”.

“A Assomasul tem que ser um instrumento para ajudar os municípios mais pobres. Muitas vezes recursos não vêm para os municípios por falta de apresentação de projetos”, discursou, acrescentando que a entidade pode ser um “embrião” para a elaboração de projetos.



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