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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

04/01/2011 18:51

Com PAC II e meta alta, MS busca menor déficit habitacional do país

Marcio Breda
Secretário Carlos Marun: Meta ambiciosa para habitação em MS. <i>Foto: Adriano Hany</i>Secretário Carlos Marun: Meta ambiciosa para habitação em MS. Foto: Adriano Hany

Em Mato Grosso do Sul, cerca de 60 mil famílias vivem em habitações em condições precárias. O dado traduz o déficit habitacional do Estado. Apesar de alto, o número vem diminuindo ao longo dos anos e possibilita ao governo do Estado a meta otimista de ser alcançar o menor índice do Brasil em quatro anos.

De acordo com o secretário de Estado de Habitação, Carlos Marun, o déficit habitacional já foi maior. Em 2007, segundo dados da Sehac, cerca de 80 mil famílias viviam sem condições adequadas de moradia. Com o crescimento vegetativo da população, a construção de novas casas, mesmo que em número igual ao déficit apresentado, apenas reduz o índice, fazendo com que o governo trabalhe com metas.

“O guri de 17 anos que corria atrás de bola em 2007, quando assumimos a secretaria, hoje pode estar casado e em busca de seu canto para começar a vida. Por isso a redução do déficit habitacional não é uma conta exata. Varia muito, ano a ano. Mas dá para diminuir e alcançar metas excelentes”, explica o secretário.

A meta do governo é chegar a um déficit habitacional de 30 mil casas em 2014. Para isso, 50 mil unidades habitacionais devem construídas. Meta pouco superior à alcançada em nos últimos quatro anos.

“Foram construídas 44 mil moradias nos últimos quatro anos, reduzindo o déficit de 80 mil para 60 mil casas. Se chegarmos a 30 mil, seremos o estado brasileiro com menor índice. É um número excelente”, garante Marun.

Para chegar a meta de 50 mil casas, o governo estadual terá apoio financeiro do PAC II (Programa de Aceleração do Crescimento – segunda fase) e de projetos habitacionais realizados em parceria com a União e municípios. Estado e governo federal financiam os projetos e os municípios cedem os terrenos.

Os primeiros R$ 89 milhões do PAC II para Mato Grosso do Sul serão aplicados basicamente em projetos de desfavelamento. São 1842 unidades habitacionais que serão construídas em Anastácio, Aquidauana, Coronel Sapucaia, Iguatemi, Ivinhema, Sete Quedas, Coxim, Pedro Gomes e Sidrolândia.

“Nossa próxima meta é diminuir ao máximo o problema das favelas em Mato Grosso do Sul, como tem sido feito em Campo Grande. É muito difícil acabar totalmente esse problema, mas vamos focar ao máximo a meta de aproximar a quase zero as favelas no Estado”, afirmou Marun.



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