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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017

13/05/2016 08:45

CPI do Genocídio vai apresentar relatório final no começo de junho

Leonardo Rocha
CPI do Genocídio define cronograma de últimas reuniões (Wagner Guimarães/ALMS)CPI do Genocídio define cronograma de últimas reuniões (Wagner Guimarães/ALMS)

A CPI do Genocídio Indígena definiu que a entrega do relatório final será no dia 2 de junho. Até a realização deste último evento, os integrantes da comissão parlamentar irão se reunir mais duas vezes em trabalhos fechados, já que a fase de depoimentos já foi encerrada.

As reuniões internas de trabalho vão ocorrer nos dias de 17 e 25 de maio. De acordo com o presidente da CPI, o deputado João Grandão (PT), resta agora apenas os ajustes finais de todo trabalho, para repassar todo o material de depoimentos, documentos e dados para a assessoria jurídica da deputada Antonieta Amorim (PMDB), relatora da CPI.

A deputada ainda está afastada por motivo de saúde, mas segundo a assessoria está acompanhando e recebendo informações sobre os trabalhos. O presidente ponderou que caso a colega não tenha retornado aos trabalhos, no dia previsto para leitura do relatório, esta ação vai ser feita pelo deputado suplente, Renato Câmara (PMDB).

Além de João Grandão e Antonieta fazem parte da comissão os deputados Paulo Corrêa (PR), Mara Caseiro (PSDB) e Rinaldo Modesto (PSDB). Depois de apresentar o relatório, os integrantes terão uma semana para avaliar o documento, já que no dia 9 de junho, irão votar o relatório.

Assim como nas demais CPIs, este documento final segue para todos os órgãos e autoridades competentes, para que estas tomem as devidas providências. A comissão investiga se houve omissão do Estado na elucidação de casos de violência praticados contra os povos indígenas, do ano 2.000 até 2015. A principal reclamação é que mortes em conflitos no campo, até hoje não tiveram conclusão.

A CPI do Genocídio foi uma resposta a investigação aberta contra o Cimi (Conselho Indigenista Missionário). Integrantes das comunidades indígenas e de movimentos sociais foram até a Assembleia em ato de protesto para que a apuração fosse iniciada. Os deputados atenderam a solicitação para averiguar as denúncias.




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