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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

16/05/2015 19:03

Delcídio defende fim de coligações, voto em lista e dinheiro público em campanha

Ricardo Campos Jr.
Delcídio participou de encontro regional do PT (Foto: Marcos Ermínio)Delcídio participou de encontro regional do PT (Foto: Marcos Ermínio)

Apesar de não acreditar na concretização da reforma política pelo Congresso Nacional, o senador Delcídio do Amaral (PT) defende o financiamento público de campanha, o fim das coligações nas eleições proporcionais e os votos em lista. Ele participa neste sábado (16) de um encontro regional do partido em Campo Grande.

O objetivo da reunião é reunir propostas para serem apresentadas e debatidas durante o encontro nacional, que será realizado em Salvador em junho. Participam cerca de 300 pessoas de todas as partes de Mato Grosso do Sul.

“O problema é que o Congresso vai mal. A Câmara vota uma coisa, o Senado vota outra e não tem ninguém para harmonizar essa proposta. A grande reforma política, que é o sonho de todos nós, vai ser muito difícil de concretizar”, relata.

Para ele, o encontro é importante para definir estratégias que permitam o avanço do partido. Questionado sobre as propostas concretas que serão apresentadas em Salvador, ele não adiantou nenhuma das teses e disse apenas que elas serão compiladas em um documento para serem debatidas na Bahia.

Futuro - O diretório estadual do PT irá aguardar o desfecho da reforma política no Congresso Nacional para definir o candidato à Prefeitura de Campo Grande. Paulo Duarte (PT), presidente estadual do partido, afirma que há três nomes para disputar o Executivo da Capital: Ricardo Ayache, Pedro Kemp e Amarildo Cruz, mas “essa decisão está muito vinculada ao que vai sair em relação à reforma”.

Segundo ele, no segundo semestre um estudo será feito em todos os municípios para avaliar em quais outras cidades a legenda tem candidatos fortes o bastante para encabeçarem chapas.

“Nós temos cerca de 300 pessoas de todas as regiões do estado nesse encontro. Isso demonstra a força do PT mesmo em um momento de crise da forma como nós estamos vivendo”, diz Duarte.

Sobre o encontro nacional, o presidente do diretório regional afirma que vai ser o momento para se debater os rumos do partido a nível nacional.

“É importante que algumas correções de rumo sejam feitas. Nós vamos discutir, inclusive, algumas medidas que estão sendo tomadas pelo governo, mas que entendemos que deverão ser revistas. Há que fazer esse reajuste, mas nós não podemos prejudicar as pessoas que mais precisam”, conclui.



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