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Campo Grande, Domingo, 16 de Dezembro de 2018

25/11/2015 10:37

Depois de quatro horas de buscas PF deixa escritório de Delcídio na Capital

Antonio Marques
Policiais federais deixam o escritório do senador Delcídio com malotes, depois de quatros horas de buscas (Foto: Fernando Antunes)Policiais federais deixam o escritório do senador Delcídio com malotes, depois de quatros horas de buscas (Foto: Fernando Antunes)

Depois de quatro horas de buscas no escritório de representação do senador Delcídio do Amaral (PT), em Campo Grande, seis policiais federais deixaram o local sem dar declarações à imprensa e com dois malotes que, aparentemente, seriam documentos que foram apreendidos.

Durante a diligência no escritório, um dos advogados do senador, Jail Azambuja, criticou o fato de os policiais federais não permitirem ele acompanhar os trabalhos. "Nunca vi isso. Os policiais me pediram uma procuração escrita pelo próprio senador para que eu pudesse acompanhar os trabalhos. É algo inédito e um absurdo. É ato de força e arbitrariedade realizado pela PF", reclamou ele.

Depois disso o advogado voltou ao interior do escritório e ficou aguardando o final da diligência. O assessor parlamentar responsável pela parte administrativa chegou a ser chamado pelos policiais para alguns esclarecimentos e resumiu a dizer que não havia assinado nada e disse aos policiais que somente o advogado poderia auxiliá-los.

Um chaveiro, chamado para abrir dois cofres, deixou local cerca de uma hora antes dos policiais e disse que um estava vazio e no outro havia pequenas quantias de dinheiro em espécie e alguns poucos dólares.

Jail Azambuja permaneceu no local até a conclusão das buscas da Polícia Federal, que deixaram em duas viaturas, sendo uma descaracterizada. Após a saída dos policiais, os funcionários foram autorizados a entrarem no imóvel.

Federais carregam malotes após quatro horas de buscas no escritório do senador Delcídio do Amaral na Capital (Foto: Fernando Antunes)Federais carregam malotes após quatro horas de buscas no escritório do senador Delcídio do Amaral na Capital (Foto: Fernando Antunes)


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