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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

16/03/2016 12:26

Deputado rebate citação de Delcídio sobre PR e diz que doações foram legais

Presidente do partido em Campo Grande diz que, se houve propina, cabe à Justiça provar

Mayara Bueno e Leonardo Rocha
À esquerda, a deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) e, à direita, o deputado Paulo Correa, presidente municipal e vice estadual do PR. (Foto: Victor Chileno e Roberto Higa/ALMS)À esquerda, a deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) e, à direita, o deputado Paulo Correa, presidente municipal e vice estadual do PR. (Foto: Victor Chileno e Roberto Higa/ALMS)

O presidente municipal e vice-presidente regional do PR, deputado estadual Paulo Corrêa, afirmou, nesta quarta-feira (16), que todas as doações feitas ao partido foram legais. Se houve qualquer propina ou esquema, diz, a Justiça terá de comprovar.

As alegações foram feitas em resposta à citação do senador Delcídio do Amaral (em processo de desfiliação do PT), em sua delação premiada. O parlamentar afirmou que o suposto esquema serviu para “irrigar de forma espúria as campanhas eleitorais do PR e do PMDB no Estado e do PR nacional”.

Corrêa disse que toda doação de empresa que chegou para sua campanha foi feita por meio do partido. Segundo ele, todas as notas fiscais e demais comprovações foram apresentadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. “Se houve propina ou esquema, não tem como saber, foi antes desse dinheiro chegar, não por parte dos candidatos”.

Além disso, o parlamentar disse que todas as doações na eleição de 2014, quando o PR fez aliança com o PT, indicando o candidato a vice de Delcídio, Londres Machado, foram intermediadas pela majoritária, ou seja, pelo próprio senador, então candidato ao governo estadual.

Sobre a delação de Delcídio do Amaral, o presidente do PR disse se tratar de informações, cabendo agora à Justiça apresentar as provas. Em relação ao ex-secretário de Obras do governo de André Puccinelli (PMDB), ambos citados na delação, Correa voltou a dizer que, depois do envolvimento de seu nome na Operação Lama Asfáltica, Giroto foi tirado de “pauta” para a disputa eleitoral deste ano.



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