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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

04/02/2014 19:21

Deputados pretendem conciliar campanha com trabalho parlamentar

Kleber Clajus e Leonardo Rocha
Parlamentares garantem ser possível conciliar agendas, nem que seja na madrugada (Foto: Cleber Gellio)Parlamentares garantem ser possível conciliar agendas, nem que seja na madrugada (Foto: Cleber Gellio)

Em ritmo pré-campanha eleitoral, os deputados estaduais de Mato Grosso do Sul já buscam dividir a agenda para não deixar de votar projetos na Assembleia Legislativa e, ao mesmo tempo, buscar a reeleição. Alguns admitem que o desafio não será fácil, já outros pretendem fazer campanha aos fins de semana.

Osvane Ramos (PROS) avalia que o momento eleitoral vai possibilitar o retorno a sua base política. Ele garante que não deixará de votar “projetos importantes”, mas admite que “não será fácil conciliar a agenda” na Assembleia com a campanha.

Por outro lado, Felipe Orro (PDT) tem a intenção de deixar a busca pela reeleição para o fim de semana e outros horários que não atrapalhem o trabalho parlamentar. “No meu caso, se precisar me dedicar mais a campanha posso pedir licença”, comenta o pedetista.

A busca pelos votos também pode ficar para a madrugada, caso seja necessário, avalia Pedro Kemp (PT) que diz ter experiência neste processo de equilibrar os compromissos. O petista garante ainda que a campanha eleitoral não vai afetar suas atividades como deputado.

“A única coisa que precisamos é nos organizar para que na votação de projetos sempre haja quórum”, lembra Kemp.
Já Lauro Davi (PROS) também afasta a possibilidade de prejuízo na pauta da Assembleia Legislativa e recomenda que se faça um “pacotão” para que todas as propostas prioritárias sejam votadas em conjunto.

Na reabertura dos trabalhos legislativos, na segunda-feira (3), o presidente da Assembleia, deputado Jerson Domingos (PMDB), já apostava na sintonia entre os parlamentares para evitar prejuízos aos trabalhos que, neste primeiro semestre, devem ser dobrados.

Jerson explicou que o aumento no número de projetos é decorrente de algumas propostas do ano passado que ainda não foram aprovadas. “Não existe nada de polêmico, apenas propostas que ficaram para este ano, por questão de pauta ou até escolha dos autores”, garantiu.

O próprio governador do Estado, André Pucinelli (PMDB), também aguarda “comprometimento” dos parlamentares neste ano eleitoral.

 

 

 



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