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Campo Grande, Domingo, 24 de Março de 2019

28/10/2018 19:35

Dia de votação termina com 8 presos por crimes eleitorais em MS

Três detenções foram em Campo Grande, outras duas em Corumbá e uma em Maracaju

Anahi Zurutuza e Leonardo Rocha
Preso em local de votação após bebedeira chegando à sede da PF em Campo Grande (Foto: Kísie Ainoã)Preso em local de votação após bebedeira chegando à sede da PF em Campo Grande (Foto: Kísie Ainoã)

Neste domingo de 2º turno, 8 pessoas foram presas em Mato Grosso do Sul por crimes eleitorais. Três detenções foram em Campo Grande, outras duas em Corumbá e uma em Maracaju.

Segundo a PF (Polícia Federal), na Capital, o primeiro preso é um homem de 33 anos. Ele foi flagrado bebendo e causou tumulto na Escola Municipal Professora Eulália Neto Lessa, na Vila Manoel Taveira. O homem soltou um rojão no local de votação. Autuado por perturbação, ele foi liberado após presta depoimento.

Também em Campo Grande, por volta do meio dia, outro homem foi preso na Escola Municipal Iracema de Souza Mendonça, no bairro Universitário, porque foi flagrado tirando uma foto da urna eletrônica ao votar.

À tarde, por volta das 14h30, em seção da Escola Municipal Plínio Mendes dos Santos, no Guanandi, uma mulher, que atuava como presidente de mesa, enviou mensagem para gripo do Whatsapp cujo conteúdo configurou boca de urna.

Em Corumbá, uma técnica de enfermagem, de 31 anos, foi flagrada fazendo fotografias no momento da votação. Ele foi preso no Colégio Dom Bosco, no bairro que tem o mesmo nome.

A segunda prisão na capital do Pantanal foi no fim da tarde Escola Clio Proença, no Bairro Guanã. Um homem, de 23 anos, foi flagrado fotografando a urna enquanto votava.

Às 16h50, na Loja Maçônica Oriente, em Maracaju, homem promoveu desordem numa das seções e foi detido.

Justiça Eleitoral – O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul divulgou outras das prisões. O ex-prefeito de Ribas do Rio Pardo José Domingues Ramos, conhecido como Zé Cabelo (PSDB), foi flagrado fazendo transporte de eleitores.

E em Maracaju, uma mesária foi detida porque saiu para almoçar e não voltou para o posto de trabalho. Ela ainda estava com os dados dos eleitores que ainda não haviam votado.

 



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