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Política

Escola tem problema na biometria e eleitores relatam espera de 1h

Juiz afirma que dificuldade no registro é por causa de sensibilidade e pressa na votação

Por Mayara Bueno e Bruna Pasche | 28/10/2018 10:26
Escola tem problema na biometria e eleitores relatam espera de 1h
Olga e Gilberto aguardam na fila para votar na escola. (Foto: Marina Pacheco).
Olga e Gilberto aguardam na fila para votar na escola. (Foto: Marina Pacheco).

Alguns eleitores tiveram dificuldade no registro da biometria na Escola Estadual Lúcia Martins Coelho, em Campo Grande, neste domingo (dia 28). O juiz do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) Vagner Mansour disse que a situação é natural em virtude de este ser o primeiro pleito com a biometria.

Ele atribui o problema à “sensibilidade e acomodação digital”. Por ser novidade, o juiz acredita que são poucas as dificuldades do eleitor em 2018. Nenhuma urna precisou ser substituída naquela escola e os eleitores conseguiram votar, apenas levaram mais tempo.

Juiz explica dificuldade no registro da biometria. (Foto: Marina Pacheco).
Juiz explica dificuldade no registro da biometria. (Foto: Marina Pacheco).

A psicóloga Olga Soares, 54 anos, disse que esperou duas horas para votar no 1º turno e agora já está há pouco mais de meia hora.

Na seção dela, há duas filas: uma normal e outra prioritária. Para ela, todas as salas deveriam ter dois tipos de fila, para agilizar a votação.

Gilberto Alves, que é comerciante e tem 62 anos, concorda. Ele acha que falta organização, lembrou que, na primeira etapa do pleito eleitoral, ficou uma hora para votar e hoje já aguarda mais de meia hora.

Escola tem problema na biometria e eleitores relatam espera de 1h
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